segunda-feira, 20 de abril de 2020


Aventuras do Agente do Mossad


Castanho, nosso herói havia sido descoberto pelo Hamas.Uma intifada foi lançada e ele corria perigo de ser visitado por um bando de habibes com cinturões explosivos.
Ligou para seu amigo Bibi e mudou de nome. Chamava-se agora de Abeliézer, o grande médico apicultor.
Dr. Abeliézer praticava no Brasil camuflado em uma farmácia no Canadá Gardens. Tinha até uma amada cujo nome não posso revelar visto que os habibes ainda estão à sua procura.
Suas abelhas, todas cibernéticas faziam tudo, de mel a própolis, cêra e até explodiam na cabeça de terroristas. Um feito incrível da engenharia israelense.
A coisa andava preta…
Os chineses iniciavam sua guerra para dominação mundial como lançamento do Covid 19. A esquerda festiva, idiota e sinistra abraça o feito asiático e declara fim das democracias. A chinesada prepara-se para agir vendendo máscaras falsificadas, remédios vencidos e equipamentos médicos contaminados. Uma rede de televisão brasileira se delicia com os atos dos chinas e noticia sedição e traição 24 horas por dia.
O mundo virou uma bagunça.
James Bond, o famoso 007 havia sido covidiado. O MI6 inteiro estava no hospital, a CIA apavorou-se e seus agentes tomaram cápsulas de cianureto antes de serem capturados por ninjas loucas. Sobrou o Mossad, a única esperança do mundo livre.

O Mossad tinha em Abeliézer, seu mais famoso agente. Feroz e destemido parte ele, o nosso herói, a salvar vidas e elaborar um plano para destruição do satânico Dr. Xi e seus asseclas.
Descobre o ponto fraco…a cambada de chineses havia se aliado aos habibes do Hamas e Hezbollah e recebiam orientação bélica de um tal Maduro, um sujeito que conversava com passarinho e traficava drogas de todos os tipos. Seus agentes treinados em Cuba sairam pelo mundo a distribuir perdigotos morféticos contaminados. Mas, aliar-se à este tipo de gente só leva ao fracasso.A habibada apenas funciona se tiverem promessas de 72 virgens como prêmio e, como estas virgens já não existem mais…não deu certo. Os agentes maduros estavam verdes demais, só fumavam maconha e tomavam tequila. Assim sobraram somente as ninjas tresloucadas.

Coisa simples para Dr. Abeliézer. Ardiloso que era, atraiu um bando delas para um protesto contra o Bolsonaro e o Trump. Estas esperavam poder infiltrar na multidão, contaminá-la e pegar o Abeliézer. Assim tinha dito uma assessora da tal rede de televisão, a famosa Miriam Porquinho, dizendo que milhares iriam a tais demontrações. A moça era especialista em fake news.
Mas estes tais milhares não foram.
Na realidade ninguém foi, pois não havia, por parte do povo, esta vontade de ser contra aqueles presidentes.
Na passeata só tinha ninjas e um monte de idiotas do PT liderados por uma mulher pirada, um ladrão contumaz e um monte de postes.

Abeliezer solta suas abelhinhas cibernéticas. O enxame ataca. Milhares destes lindos bichinhos programados para explodir na cabeça de cada protestante. Ninjas, petistas, jornalistas, todos foram para o beleléu.
Não sobrou um!
Deu até para pegar uns afoitos habibes e agentes maduros.
O mudo estava a salvo, pelo menos até a próxima aventura.
Shalom!

quarta-feira, 15 de abril de 2020

Retiro das Pedras

SWEET TENDER

As horas passam …lentas
Os dias sem brilho do sol.
Cinza.
Triste.
A saudade invade, toma, apossa…
Lágrimas vertidas em cascatas, afogando, sufocando.
Mas meu coração pede pelo amor,
Amor da amada, bela e sedutora.
Amor doce, macio, encantador.
Na tristeza da ausência sentida,
Entrego-me à esperança vertida.
O sol voltará, as horas se perderão no espaço e no tempo…
Na fuga da saudade triste.
Chega a alegria…
De um dia melhor, colorido, açucarado.
Como o beijo da amada,
Que me toma e me devolve ao mundo,
Com a esperança de um amanhã melhor…

terça-feira, 14 de abril de 2020


REBECCA PEPPONE
2005-2020
REBECCA
2005/2020


Linda. O cachorrinho mais doce que já vi. Um anjo.
Tinha um irmãozinho, o Fix, espoleta e invocado. Morreu assassinado por outro cão.
Ela, entretanto, jamais brigou. Só despejava amor, em quantidade incomensurável.
Nunca fez nada errado. Parava ao lado quando queria colo. Cutucava quando precisava de fazer suas necessidades. Pedia gentilmente a comida ou os petiscos que eu nunca lhe negava. Era impossível dizer não para Rebequinha.
Tinha apelidos, Becca, Peppone, Bequinha, gostava mais de ser Peppone.
Nasceu em um novembro frio em Portland, no Oregon. Viajamos de carro, eu e Miriam por 3300 milhas, da Florida ao Oregon. Talvez a viagem mais linda que fizemos. Fomos buscá-los.
Desde o primeiro momento me escolheu. O Fix amava a Miriam.
Deitava ao meu lado, me empurrava, dormia em meu colo, até dirigia o carro, em pé, sobre minhas pernas e patinhas ao volante.
Foi-se embora, hoje, por volta do meio dia.
Nunca mais a verei. Somente em meus sonhos e na memória que nunca se apagará.
O câncer a levou. Já tinha seus 15 aninhos, mas poderia ter durado mais um pouco. Me fazia ser uma pessoa melhor. Sua ternura era contagiante.
Já estou no meu ocaso, assim não terei que esperar tanto para revê-la no after life.
Minha casa está mais triste. Meu coração partido.
Perdi um anjinho da guarda.
Perdi minha Pepponinha.


domingo, 12 de abril de 2020


GNOMO E O COVID

Gnomo man
Num dia frio, nas montanhas da Pennsylvania, um vírus chinês chegou…à procura de vítimas.

A geringonça inventada por mentes comunas em país vermelho não gostava de velhinhos. Matava à torto e à direito, e, se fosse italiano…pior ainda.
Ali, naquelas montanhas, vivia também um cidadão do mundo. O famoso Gnomo, aquele que já havia sido abduzido em tenra idade e sobrevivido à experiências sexuais insanas com seres de outro planeta. Gnomo era tudo aquilo que o vírus chinês não queria encontrar.
O tal vírus, chamado Covid era realmente um vilão comunista. Criado para destruir o capitalismo e implantar as maravilhas socialistas apregoadas pela sinistra esquerda mundial.
Covid não gostava de Gnomo. Afinal um cara que sobrevive abdução alienígena é páreo para qualquer praga.
Gnomo já havia sido treinado em Conceição do Mato Dentro, Conception of the Deep Weeds, cidade em remotas montanhas de Minas. Vivia ao relento vendo as estrelas do firmamento e à procura de disco voadores. Acho que nos seus encontros com os tais seres se apaixonou por algum deles. Os tais reptílicos, diz ele.
Como Gnomo movia-se à velocidade da luz, ora estava em um canto, ora em outro. Isso tornava a tarefa do Covid impossível. Quando dava o bote…ele já não mais lá estava.
Sabedor de suas proezas Trump, o grande general americano tentou recrutá-lo para combate, mas Gnomo já havia se aliado à Bolsonaro e tinha um plano infalível para matar Covids.
O Covid apavorou-se.
Pediu ajuda ao seu lider, um tal de Xi (metade de xixi) e ao magnífico presidente da Russia (a guy with little bead eyes). Queria mais irmãos covidianos para combater o Gnomo. Pediu até que antecipassem o envio do Covid 20, programado para o ano que vem.
Com seus deslocamentos quânticos Gnomo atrai o inimigo para os campos de batalha ao redor de Conception of the Deep Weeds. Lá, cercado, leva as viróticas criações chinesas para tentar infectar cablocos brasileiros. Ora, não sabiam eles que tais criaturas dormiam ao relento. Eram mordidas por jararacas (o Lula incluído), mosquitos da dengue, varíola, malária, moscas tse tse e os temíveis carrapatos brasilienses (importados de Brasília onde vivem).
O pau comeu…wood is gonna eat, segundo Gnomo.
O virus faleceu.
Covid não foi páreo para tal sanha gnômica e seus asseclas. Ainda mais que Bolsonaro lhe havia dado umas ampolas de hidroxicloroquina desenvolvida pelo glorioso exército verde amarelo, cor de extrema abjeção pelos vermelhinhos idiotas.
Dizem que, ante ao feito, será o novo Ministro da Saúde (ou falta dela).
Afinal, sendo um convicto hipocondríaco, Gnomo tem mais credenciais do que o tal maledetto que lá está.
Gnomo leva seus heróis para o famoso pote de ouro, no fim do arco íris, para receber o prêmio.
Só que o PT tinha passado por lá e roubado tudo.
Mulher do Gnomo



sábado, 11 de abril de 2020

Izzy's interpretation of Starry Night
She is not even 10
Isabella Gilberti
2020


E OS DIAS SE TORNARAM IGUAIS

Hoje é segunda?
Terça, talvez?
Se fosse domingo…
Acordo, meus olhos viajam pelo quarto. Tudo no mesmo lugar. Somente uma vela, daquela de sete dias, diz que o dia passou.
Passou mesmo?
Acho que ontem estava menor, ou seria maior?
Durmo, o escuro diz que o dia se foi. Outro virá amanhã…mas que dia?
Seria sexta?
TGIF!
Ahhh…penso no menu do dia. Carnes, peixes, matos? Acho que comi ontem, portanto devo comer de novo. Afinal é outro dia…
Nada como um dia depois do outro, é o que os antigos diziam…
Pera aí…parece que ontem foi diferente, hoje ainda mais …e amanhã?
Tá tudo igual.
Não sei que dia é hoje. Não sabia ontem e agora, já tenho quase certeza…não saberei amanhã.
Ohhh Covid.
Espreitas, em quarentenas nos prende.
Covarde criatura que mata velhinhos.
Quo Vadis miserável ser?
Posso morrer sem saber o dia.
Faz diferença?
Sei lá…
Et finem vitae est! (e assim acaba a vida)

sexta-feira, 10 de abril de 2020


OCASO

Não pensei que o fim fosse assim…
Sempre achei que viria subitamente.
Mas este é um fim programado.
Entra-se em quarentena, escondemos de algo que não se vê.
Medo do invisível, das estatísticas, do palavrório infinito, lambuzado de terror.
Terror induzido por atos maléficos, mera ignorância ou avidez incontida.
Terror que vende jornais e palavras banhadas em mentiras sensacionais, na sordidez humana que se torna mais desumana à medida que valsamos escondidos com espectros da morte.
Mas não é o ocaso do sol, no entardecer multicor.
Não é a chegada da noite, da tempestade, dos vultos da escuridão.
Este é o ocaso de cada um de nós, sem fanfarra, sem festa, sem velório.
Corpos jogados fora…
Medo do vizinho próximo.
Pavor da mentirosa mídia.
Horror do matraquear de mil políticos.
O ocaso dos homens…
Um ocaso pífio.
Grande em números, bruto em efeito, miseravelmente mesquinho, pífio de amor.
Mas é um ocaso. Sem graça, terminal…
Sem explosões, terremotos, tsunamis.
Um ocaso de almas e corpos.
Mesmo os que não foram levados levarão consigo tristeza, amargura, solidão, abandono e desprezo.
E veremos então…
O nascer de um amanhã que não saberemos como será.
Pois um acaso nos levou ao ocaso de nossas vidas.


terça-feira, 31 de março de 2020


PRESO

Preso estou
Preso pela besteira dos homens
Que brincam com coisas, para coisas destruir
Matar, sem sentido
Ganância desmedida
Preso
Na minha própria vida
Com medo de extinguí-la
No passar das horas, inexoráveis, lentas, pachorrentas
Imagens, espectros, doces e amargos
Que geram saudades
Saudades dos dias de folguedos
Da piscina, das partidas de basquete,das amadas belas e belas amadas
Saudades da juventude, das bagunças que fiz, da irreverência jovem
Me prendo em prisão que mesmo construí
Me prendo ouvindo meu som, que é mudo, mouco
Não reverbera, somente ecoa, rouco, pela oca cabeca em pensamentos perdidos
Saudades de momentos alegres, conversas inúteis sobre assuntos sem pauta
Palavras ao vento, sem nexo, sem coro
Somente saudades de amplos espectros, num amplexo me deito
Na prisão que me pus, por vírus tomada, quiçá impregnada
Dos últimos instantes que me levarão ao ocaso, em mim mesmo imposto
E em decúbito me deito… deixo…
Minh’alma partir

domingo, 29 de março de 2020


POESIA COVIDIANA

Morro?
Não morro, no morro onde moro não morro
Convidei para festa, da morte do outro, no morro
Veio um tal de Covid
Que não convidei
Quo vadis Covid?
Covarde
Só mata velhinhos
Por isso, à morrer
Ou correr, do morro onde moro
Para o forro vermelho
Da bandeira comum de um comuna
Que enfeita, desfeita, a funerária fuleira e faceira
Onde quem não morre vai
Ver quem Covid matou, de morte morrida
No morro


sexta-feira, 27 de março de 2020


A CHINA É CULPADA!

Quem paga a conta?
O mundo gasta bilhões de dólares para conter a pandemia.
Os tesouros são abalados. O povo morre. As economias balançam…
A praga continua!
Quem fez??
Quem inventou, achou ou criou o vírus?
A China!
Em sua trajetória de mais de cinco mil anos não fazem outra coisa senão matar. Dizem que matam os dispensáveis, os inconvenientes, os inconformados, os desajustados. Só não matam os comunas que por lá habitam.
São hegemônicos?
Pretendem ser. Dominar o mundo em todos os seguimentos até 2050.
À todo custo, acredito.
Agora não matam somente chineses, matam todos, mundo afora.
Fábrica de Covids. Este, de número 19 é só mais um. Se não matar o suficiente soltarão outros, podemos ter certeza.
Comedores de morcegos. Assassinos de cães e gatos.
Bárbaros.
Matam os nossos velhinhos.
Covardes!
Então, conclamo:
“Acionem os chineses. Processem-los sem piedade. Que paguem por toda a desgraça gerada.
Paguem pelos tesouros abalados, paguem pelas famílias em luto, mas paguem…e paguem logo.
Está na hora de responsabilizá-los. Confisquem suas propriedades, dinheiro e investimentos. São crápulas, merecem pagar.
Processem também os seus dirigentes, pessoalmente. São coniventes com a mentira, dissimulados e safados.
Chega de fingir que a esquerda é defensora de pobres. A sinistra esquerda os usa como massa de manobra. Mata quem fica no caminho.


Chega!!
Coloquem a China no “axis of evil…é lá que se esconde!
Vamos todos processá-la. País, dirigentes, partido. Inundemos os tribunais com pedidos e ações. Que os Ministérios Públicos ajam em defesa dos países e seus cidadãos.
Onde está a ONU?
E a tal WHO?
Façam-na pagar por indenizações nos moldes de guerra. Sem piedade. Afinal, eles a fizeram, contra nós todos.
Não comprem nada da China.
Eles querem lhe matar.



quarta-feira, 25 de março de 2020


JANE


Nasceu em um dia de Novembro de 1946. A guerra tinha acabado mas os efeitos tristes sobre os italianos que construíram Belo Horizonte ainda perduravam.
Era muito bonita. Pele muito branca, olhos e cabelos negros, a quarta de uma família de sete.
Naquela época era comum o parto por “mid wifes” (parteiras). Jane nasceu assim, como todos nós irmãos.
Mas algo aconteceu naquele dia, algo que marcou sua vida e a de minha mãe. Diria na verdade, de todos nós, pois aquela criaturinha sofreu um trauma que a deixou inválida por toda sua vida. Erro da parteira? Erro dos médicos que a atenderam? Não sei e nunca soube. As coisas não eram tão comentadas aquela época, especialmente as más. Nunca andou, falou ou se desenvolveu. Um bebê que durou 26 anos até que um dia um anjo a levou.
Minha mãe nos criou todos com carinho e atenção. Jane precisava de mais e todos a ajudavam. Até papai, com seu coração bom achava tempo para apoiar, do jeito que os homens fazem, solidário, mas distante.
Criar sete não é tarefa para qualquer um. Cinco homens e duas meninas. A gente ajudava, eu me encarregava de passar as fraldas e às vezes alí sentava , ao seu lado, para brincar com ela. Ela sorria e fazia uns barulhos inintelegíveis. Sabia que gostava.
Mamãe nunca, por isso e por decisão própria, pode desfrutar de uma vida de prazeres. Não viajava, não passeava, não ia à festas, só cuidava da filha querida a quem dedicou um amor profundo que a marcou para sempre.
Quando Jane foi embora deixou um vazio. Minha mãe ainda a sente por perto e sonha estar com ela novamente, mas, embora pareça egoísta acho que foi bom tê-la perdido. Sofria muito, entrevada, presa àquela cama, aos longos e intermináveis dias que se passavam. Mamãe ainda, mais de 50 anos depois a usa como desculpa para não se divertir. Acostumou-se e assim vive a vida beirando 99 anos.
Dizem os espíritas que estas criaturas nascem com uma prova a ser cumprida. Aos de seu entorno uma missão, algo que em outra encarnação foi pedido para que fosse cumprida. Uma missão e prova difíceis, cheias de dias com surpresas tristes, com dificuldades enormes mas sempre com amor e carinho de todos, especialmente de minha mãe.
Se hoje a fosse visitar e a convidasse para sair sei que me diria:
“Não posso, vocês sabem, eu tive a Jane…”
“E vocês não sabem quanto sofri…”
Mas isso foi há mais de 50 anos, mamãe!


MALEDETTO

Escrito por meu irmão Ronaldo Gilberti, cabo do Exército Brasileiro em missão de paz das Nações Unidas na guerra do Sinai,em 1967, membro da força condecorada com o prêmio Nobel da paz.
Ronaldo, também conhecido como O Tirano da Montanha, desabafa contra o Corona vírus.
Só pena que vôa!

“Maledettos…
Disimulados ditadores e satânicas criaturas de fazer inveja ao Hitler e até mesmo o fictício Imperador Ming, O Implacável, do planeta Mongo, das histórias de Flash Gordon.
Meledettos…
Destruidores da Bella Italia inventando esta onda de noveau riches comedores de morcegos à disseminar o vírus em terra sagrada dos romanos.
Tora Tora neles…
Saudades dos japoneses que cravejaram mais de 12 milhões de chinas entre a primeira e segunda guerras mundiais.
Maledettos…
Que mataram nossos ancestrais italianos, entre eles certamente alguns Gilbertis.  Comunas safados, tirânicos e dominadores de mentes frouxas. Trouxas, que eu não sou, pois nunca mais comprarei produtos chineses.
Existem somente porque os americanos resolveram um dia investir naquela desgraçada terra de 5 mil anos de atrocidades contra o próprio povo. Aproveitaram-se da barata mão de obra de escravos chineses e deram um tiro nos próprios pés comprando de volta seus produtos de tecnologia e segredos deles mesmos roubados.
Tora Tora neles…
Comunas maledettos. Vade Retrum!
Espero que recebam no alto de seus ignorantes cocorutos umas 500 ou mil ogivas nucleares juntamente com outros comunistas que infestam o mundo. Não farão falta.
Assim, talvez, o mundo de Imagine (Lennon) deixaria de ser uma utopia”.

Assinado:
O Tirano da Montanha

Light as a feather, innocent like a lamb (deste  blogger)