segunda-feira, 29 de abril de 2019


SE O BRASIL FOSSE SÉRIO



Sério???
Se fosse eu poderia acreditar, mas só se fosse.
Pois não é…
Pensam os bobos que é o lugar do jeitinho. Acham que passar a perna nos outros é legal.
De vez em quando encontro com alguns foragidos brasileiros em terras forasteiras. Só fazem bobagem. Fico de longe observando. Colocam moedas brasileiras nos parquímetros. Furam fila, empurram, falam alto nos restaurantes, museus, igrejas e teatros. Se acham o máximo.
Mas a máxima do seu direito termina onde começa o do outro não existe em terrae brasilis, não se aplica à brasileiros.
Elegemos espertalhões para o congresso. Reclamam que os caras roubam. Por que não? Afanar o que não lhes pertence é um costume bem difundido. Aí, reclamam, fazem piadas,gastam tempo filmando desgraças e sequer pensam em salvar o desgraçado. Temos que levar vantagem, afinal, somos brasileiros!
De um presunçoso presidente, aquele que fala com uma batata na boca, ilustre prosopopeica criatura, passou o bastão para um apedeuta que se revelou ser o maior ladrão do planeta. Este, megalomaníaco encantador de serpentes, mais ilibado do que Cristo o entregou para uma disléxica incapaz de formular uma sentença coerente. Ali, no ninho de ratos que criaram, alimentaram víboras, ratazanas, lagartos de todas as espécies. Uns escorpiões aqui, outros ali e mais umas lacraias para enfeitar. Assim assaltaram o Pindorama.
Festival de asnices. Roubos de primeira. Se Hollywood quisesse farias filmes mais interessantes do que Ocean’s Eleven.
E os bobocas votam…
Elegeram um cara honesto que não é lá muito bom de política. Fala muita bobagem, mas, como não ser preparado é quesito básico para ser presidente a gente vai aguentando. Os políticos pululantes e vocíferos insultam e assanham. Alguns mudam de sexo ou se revelam com uma anormalidade qualquer. Há um corre-corre para tapar buracos, tirar o respectivo fiofó da reta, lavar a grana e agitar bandeiras vermelhas. Ué…e eu achava que as cores desta terra eram o verde e amarelo.
Aos que não sabem de nada digo que há muitos anos atrás tentei doar para minha alma mater (UFMG) o estipêndio em dinheiro que havia ganho por um projeto premiado. Tentei, não consegui. Parece que não precisam de doações. É complicado e desanimador. Acabei o doando para a Kent State University. Meu sócio era de lá, bastou fazer o cheque, este recebido com os mais efusivos cumprimentos. A senhora brasileira que doou para a reconstrução de Notre Dame o fez muito bem. Doar para nosso museu seria um ato de auto tortura.
No populismo dèmodè que hora se prega temos que conviver com falas exotéricas, bobas, recados e desmentidos. Nisto não estamos sozinhos. O companheiro lá do norte faz o mesmo, e profusamente.
Na França um presidente ateu lida com malucos muçulmanos que resolveram transformar aquela terra libertária em um paraíso de burcas. O cara é ruim de serviço. Tem habibs loucos, gilet jeunes e black blocks anárquicos e pirados à queimar e destruir. Bem, a França já nos deu liberté egalité e fraternité, guardou o Komeini, o Papa Doc com seu Baby e até o Idi Amin Dada. Soltou-os no planeta para dar no que deu. No caso do Idi Amin, no que comeu… Acho que algo realmente bom vindo da revolução francesa gerou influências no texto da constituição americana. Lá cortaram diversas cabeças, inclusive as próprias e depois inventaram o Napoleão. Aqui mataram o Tiradentes…por causa do quinto.  Agora virou quarenta porcento.
Enfim, quando se abre um jornal depara-se com fake news já institucionalizadas nas redações dos chamados grandes da mídia. Bando de aprendizes à feiticeiros escrevendo suas opiniões vermelhas e cretinas sem compromisso com a verdade e a ética.
As redes sociais giram um noticioso que dá trabalho. Fake, non fake, não interessa. Tenho que pesquisar cada um deles para saber a verdade verdadeira.
Ahh… se fosse sério…


quarta-feira, 17 de abril de 2019


DILACERANT INFUNDIT
TRISTIS LACRIMAM


Uma pérola Ela verteu…
De seu alvo rosto, semblante triste, merejou.
Reluzente, dolente, ao chão tocou…
Num infinito momento a luz se fez,
E, uma flor de prata, ramo de ouro,
Ali se desfez…
Na tristeza aguda que Ela sentiu,
Viu as chamas insanas de um mundo perdido,
Onde somente a esperança, se ainda existia,
À Ela implorou…
O perdão…
E de  seu coração cheio de amor,
Ao som de um  Mozart, lacrimosa dolorosa,
Nossa Dama em cinzas ficou…
Aquilo que a maldade destrói,
Queima, corrói ,
Na certeza sublime, sob Sua proteção, um dia voltará…
E na glória dos anjos renascerá…
Amém



segunda-feira, 15 de abril de 2019


IMPRENSA SUBREPTÍCIA


VIOLADA EM PLENO PALCO!
Manchete de um periódico… Ao primeiro olhar pensa-se em uma pobre moça estuprada por tarados de plantão no palco de um teatro. Um rápido pincelar de olhos sobre a matéria, já em letras miúdas, a história de um grupo de rapazes a tocar violão em uma serenata romântica e inocente.
Mas as letras garrafais pretendem vender o sensacionalismo. A pobre seresta certamente não mereceria a primeira página daquele miserável pasquim.
O Maduro, que já apodreceu, disse para seus imbecis milicianos para cultivar a terra com espingardas em punho. Assim acabaria a fome na Venezuela. A esquerda lê como se a mágica solução ali existisse. Agora nossos “cumpanheiros” do norte mostrarão aos imperialistas ianques! Bando de energúmenos descerebrados.
A estrada feita pelo Exército Brasileiro não sai nos jornais, mas a chuva de balas de psicopatas escondidos nas fardas soa como trombetas apocalípticas.
Um Partido safado, vermelho e espúrio combina com seus asseclas jornalistas como a notícia deve ser feita. Oportunistas donos da mídia pululam para salvar algumas tetas que lhes eram oferecidas. Bobalhões jovens e movidos à maconha marcham empunhando cartazes de Lula Livre. No comemorar da páscoa não nos esqueçamos que Pilatos perguntou ao povo se deveria soltar Jesus ou Barrabás…preferiram o segundo, daí libertar o nove dedos é conclusão lógica.
Não leio mais jornais.
Não leio nem a imprensa alternativa.
Faço minhas próprias pesquisas para filtrar a verdade. Não é fácil.
Vivemos num mundo “fake”.
Mas, como tudo é relativo, espero que nas mentiras da vida exista uma verdade verdadeira. Quero lê-la, não tenho esperança que o farei. Em sua ausência fica o meu protesto, que não é “fake”!

domingo, 14 de abril de 2019


REVISIONISMO
Ensaio “à la gordaça”sobre contos de fadas.
Peço não levar à sério…

Contos da carochinha.
Dona baratinha que tinha dinheiro na caixinha não mais o tem. Veio um leão, bravo, gordo e safado e…levou tudo. Aliás já havia sumido um bom bocado. Tem taxa pra tudo e imposto sobre imposto. O pais avermelhado é contra o capital mas totalmente à favor do confisco. Não sobra nada, niente, neris de pitibiribas.

Como não adianta chorar, dona baratinha, também conhecida por carocha, ficou peladinha, depenada.
Aí, com sua espirituosidade inconteste resolveu fazer umas correções históricas. Uma forma de protesto, um revisionismo aos contos de fadas.
Consultado o guru máximo das montanhas, um jornalista de brilho ofuscante, ouviu dele algumas recomendações sobre o caso. Aconselhou-a começar pelo Chapeuzinho Vermelho e cutucar a Branca de Neve. Se desse ibope partiria para outros contos. Salientou que os costumes mudaram e o politicamente correto deveria prevalecer. Assim Dona baratinha escreveu:

Chapeuzinho Vermelho

Era uma vez…uma menina que se vestia de vermelho. Era militante do PT e morava na floresta com sua vovozinha. Esta, a vovozinha, não tinha nada de boazinha. Ganhava bolsa família, grilava terras e enchia o saco dos caçadores. Chapeuzinho também não era flor que se cheirasse. Fazia parte do movimento Femina e saia por aí pelada, com um capuz vermelho na cabeça. Era uma alma livre. Fazia sexo com todos e com tudo. Mas gostava mesmo era de um lobão, político tarado e assanhado.
Falaram que o lobão comeu a vovozinha, mas era mentira. Quem comeu foi o caçador. O lobão acabou levando um tiro nas nádegas e fugiu. Chapeuzinho salvou a vovó, fez uma festa, convidou todos os caçadores e fundou uma ONG. Dizem que acabou ganhando uma bolsa anistia pois o tal lobão a havia torturado. Hoje, mais velhinha, ainda sai nas passeatas do Femina mas seus peitos murchos não fazem tanto furor como antigamente.


Branca de Neve e os Sete Anões

Por si só este já seria um conto erótico. Onde já se viu uma moça prendada ficar morando em uma casa com sete anões. Os danados não tinham mulher, viviam cavucando coisas em uma mina abandonada da Vale. Já tinham causado diversos deslizamentos matando todos e tudo. Como anões são minoria eram protegidos por partidos de esquerda. Se fossem de direita já estariam presos.
Branca de Neve, que era de direita, ficou em apuros. Vinha de família nobre, tinha fugido de casa por causa de uma bruxa parecida com uma tal de Dilma, mulher feia pra chuchu. A tal soltou ventos que havia estocado e lançou uma maçã envenenada na direção da moça. Desmaiada foi descoberta por um príncipe encantado cubano. Isto depois de algumas surubas deliciosas na casa dos anões. O príncipe cubano, que era dos mais médicos, não ligava para estas coisas, queria mesmo era beijar aquela linda garota. Quando lhe deu o beijo virou um sapo, foi preso e hoje mora em Curitiba.


Se gostaram do revisionismo leiam as próximas histórias. João e o Pé de Feijão e Rapunzel. Se não…bem, nada posso fazer.
Até então…