sábado, 28 de julho de 2018
sexta-feira, 27 de julho de 2018
WITH JACK IS BETTER
Lyrics by Celso Gilberti
Music by Ricardo Pieroni
She’s hot... like fire,
She loves me…and conspire…
I drink, like crazy,
But I’m on my Daisy,
And she’s hot, like fire, like fire…
I drink, only Jack,
Oh Daniels, be back…
Take me Daisy,
I’m crazy, I’m crazy…my baby…
Oh Daisy, gimme Jack,
Oh Jack, gimme Daisy,
I’m crazy, I’m crazy,
Kiss me baby, oh …oh…oh…
On fire! On fire! On fire…
quinta-feira, 26 de julho de 2018
O ÚLTIMO MARCIANO
Devido à recente descoberta de água no
subsolo marciano estou publicando novamente o conto abaixo. Afinal, não é toda
hora que ficção vira verdade!
O
ÚLTIMO MARCIANO
Dedicado
à minha colega e arquiteta Elane Frossard, alma inquisitiva, sempre à procura
do impossível
2035…
O
projeto de colonização de Marte entrava em seu momento mais importante. A missão
internacional, tripulada, desceria em sua superfície às 21:33, Houston time.
Seis
intrépidos cosmonautas. O sonho do homem, como espécie, se transformava em
realidade. De criaturas da Terra, à partir daquele momento, transformados em uma
civilização multi-planetária.
Romance,
ficção, heroísmo, um sonho que era agora real, de fato. Um sonho recheado de
mistério, de aventura e certamente de fatalidades.
A
trajetória descendente da nave não foi como desenhado. Os retrofoguetes necessários
para diminuir a velocidade demoraram uma fração de segundo para sua ignição.
Sem eles a nave desceria depressa demais, a atmosfera marciana de menor
densidade não ajudava na frenagem. O impacto foi destrutivo.
A
nave desceu inclinada e deitou-se no solo marciano em vez de se posicionar
verticalmente. Dois cosmonautas pereceram no impacto.
Ao
longo dos três anos que antecederam o pouso o comando central na Terra havia
enviado diversas naves não tripuladas, deixando no solo marciano o equipamento
necessário para o estabelecimento de uma colônia, que eventualmente seria
auto-sustentável. Estava tudo lá, um pouco distante do local do pouso, cerca de
12 km, mas não tão longe que inviabilizasse o projeto. Estavam todos no Marte Vallis, na Elysium Planitia, uma região onde a NASA havia detectado a existência
de canais subterrâneos.
Isto
porque a vida, na superfície seria extremamente difícil. A radiação intensa, os
ventos solares e as tempestades violentas de areia dificultariam a presença do
ser humano. Temperaturas sub zero, podendo atingir a menos 80 graus centígrados
dificultariam ainda mais o que já seria mais difícil de ser habitado do que a
Antártida.
Os
quatro sobreviventes iniciaram o translado do material recuperado da nave mãe e
utilizando-se de um rover especialmente projetado para se locomover em terreno
irregular. Após quatro horas de viagem chegaram ao local onde o equipamento
deixado pelas naves de carga se encontrava.
O
estado era bom, não poderia ser melhor. Após minuciosa avaliação, partiram para
a instalação dos módulos e acoplamento com os painéis solares, geradores
nucleares, bolhas articuladas e infláveis, feitas de plastico leve,
extremamente resistente, translúcido e capaz de reduzir os raios solares. Um
escudo de força foi instalado. Cobria todo o acampamento, reduzia radiação mas
não impedia as tempestades de areia.
O
local escolhido, Marte Vallis, ficava
em uma planície cujo subsolo era rico em canais formados por chaminés vulcânicas
e rios que outrora existiam no lugar. Era imperativo descobrir gelo. Estudos
iniciais indicavam a presença de oxigênio e hidrogênio no lugar.
As medidas,
embora fracas, davam a esperança que ali, debaixo do vale, existisse gelo em
quantidade capaz de permitir a implantação de uma colônia exploratória.
Três
semanas se passaram. De início uma dificuldade enorme nos movimentos. O corpo,
já debilitado pela longa viagem espacial não se ajustava com a velocidade
esperada pelos técnicos na Terra. Aos poucos a colônia tomava forma e os
cosmonautas se arriscavam em pequenas incursões na direção do grande buraco que
se via no seu lado sul.
Após
um ano esperavam pela nave de suprimentos necessária à continuidade da missão.
Nada havia sido encontrado até então. Nada que permitisse a alimentação com
algo produzido naquele lugar. Os experimentos em botânica
fracassaram. O solo necessitava de corretivos mais complexos e os raios solares,
embora filtrados não forneciam a fotossíntese à níveis necessários para germinação
completa dos espécimens. Precisavam de mudanças genéticas para adaptar as
sementes ao clima marciano e isto iria tomar mais tempo do que esperavam.
A
nave programada não chegou. Havia sido destruída por um asteroide em sua viagem
ao planeta vermelho. Isto havia acontecido perto de Marte o que atrasaria o
envio de outra para substitui-la.
Racionamento
virou a palavra de ordem. Contavam-se e re-contavam-se os dias para saber se
teriam comida suficiente até a chegada do outro cargueiro.
Não
existia outra alternativa senão arriscar a exploração da chaminé vulcânica. Se
encontrada água ou gelo no fundo do labirinto de canais, teriam pelo menos o líquido
necessário à sobrevivência e produção de oxigênio. Com os alimentos havia ainda
um pouco de latitude com relação à sua duração.
A
primeira descida usou cerca de 340 metros de cabo. Uma plataforma se ligava a
três outros tubos inclinados e descendentes. Até aquele ponto nada. Nenhum
sinal de gelo, nenhum sinal de vida microscópica entranhada nas rochas do fundo
ou nas paredes negras pelas lavas vulcânicas que ali passaram.
Estabeleceram
uma segunda base para irem adiante. Escolheram o tubo que seguia para o sul.
Era maior e mostrava sinais de que água, em tempos idos, havia circulado
caminho abaixo.
Depois
de outros 400 metros chegaram a uma grande sala. A temperatura do lugar havia
subido uns 10 graus. O ambiente se situava em torno de menos 20 graus centígrados.
Bem mais suportável. Seguiram em frente pelo único túnel que se apresentava
grande o suficiente para passar. Desceram por mais 200 metros, uma descida difícil,
em solo deslizante, areia e fina argila. Parecia levemente úmida, com certa
pastosidade. Acharam estranho mas se entusiasmaram. Definitivamente água havia
rolado pelo tubo em outras eras.
À
medida em que desciam subia a temperatura a ponto de ficar acima de zero. Mais
surpresos ficaram quando depararam com uma enorme caverna iluminada por
incrustações fosforescentes. A luz esverdeada se espalhava pelo salão. Este,
enorme, com mais de dez metros de altura tinha dimensões equivalentes às de um
teatro de três mil lugares. Era lindo…
A
luz não era fixa, bruxuleava.
Ouviram
água à borbulhar. Os níveis de oxigênio eram altos, perfeitamente adequados ao
ser humano. A pequena piscina de água cristalina entrava por debaixo de uma
parede de rocha negra, moldada pelo corrimento de lava em tempos idos. A água
era limpa e potável.
Ao
fundo, no encontro da abóbada com o piso, gelo em abundância. Cobria uma fenda
que descia, numa queda sem fim, com seus dois metros de largura. Esta fenda
circundava o grande páteo. Ali era gelado, sub-zero, mas há poucos metros
adiante, a temperatura subia, controlada pelos vapores da piscina que se ligava
provavelmente à uma câmara vulcânica com algum grau de atividade, do outro lado
do salão.
O
local era tão agradável que lhes permitiu tirar as vestimentas espaciais.
Na piscina
mergulharam e ali pensaram em ficar para sempre. Por uma inexplicável razão se
sentiam felizes, realizados. Algo lhes fazia sonhar. As cabeças à pensar em
velocidade quântica. Visões de outros mundos, visões da Terra, visões de amores
e amadas. Enquanto imersos na água imagens holográficas de uma resolução tão
real que eram apalpáveis. Pensaram, por um momento, que haviam morrido.
Pensaram estar recebendo a recompensa dos deuses do Olimpo, que viviam em Roma,
que viviam em templos chineses, em pirâmides maias.
Mas,
quando saiam daquelas águas tudo voltava ao normal. Somente a luz dançante, no
seu verde exótico lhes dizia que ali ainda estavam.
Lenta,
mas inexoravelmente, mudaram tudo da superfície para aquele lugar. Batizaram-no
de Elysium Pédion.
Campos elísios, local da felicidade eterna, governado por Hades, senhor do mundo inferior, filho de Cronos e Reia, irmão de Zeus. Como Hades também comandava o inferno, deram à superfície marciana o
nome de Tártaro, o mundo do eterno
sofrimento.
Ali
eram felizes, os quatro, dois homens e duas mulheres.
Por
um momento se esqueceram da segunda nave. O alimento se acabava…
Esta,
para infortúnio de todos, destruiu-se na re-entrada. Nada pode ser salvo.
Explodiu, e com ela todas as esperanças de sobrevivência.
Voltaram
às entranhas de Marte, à Elysium,
para seus últimos momentos. Despiram-se. Nas águas de Marte se banharam. Nas águas
de Marte mergulharam e no mergulho viveram a mais intensa experiência de seres
humanos. Os hologramas se multiplicavam, as cores se intensificavam, os flashes
de luz verde bailavam em mudanças de matizes, em uma dança de luzes etéreas.
Amaram-se
os quatro. Numa intensidade nunca vista, amaram-se como se fossem os últimos,
como se fossem únicos. Fundiram-se em corpos moldados em forma ímpar, em
orgasmos infindos. Na loucura do momento, na insanidade de suas mentes, se
sentiram um só, e ao assim sentirem, notaram que não mais estavam sós.
Havia,
naquele lugar, naquelas águas, naquele verde fantasmagórico um pequeno ser,
pequeno, tão, pequeno, que havia passado desapercebido por todos. Era uma
criaturinha linda, peluda, macia, de olhos doces. De olhos de amor.
Pois
destes olhos o amor irradiava, desse ser mensagens telepáticas de uma doçura
incomparável. Não havia como não se apaixonar à primeira vista. Era algo tão
sublime que, naquele momento, pensaram estar no paraíso. Seria um anjo que
cuidou deles desde o primeiro dia, quando descobriram a piscina?
De
onde veio? Estava lá? Era de Marte?
Lentamente
a criatura lhes revelou sua origem. Lá estava, já fazia centenas de anos,
talvez milhares, não se lembrava mais de quando ali apareceu. Vivia só. Vivia a
sonhar com o universo. Com sua imensa sabedoria projetava o que via e sentia em
hologramas tão vivos que pareciam reais. Ali vivia, nas entranhas de Marte, num
mundo quântico, o último sobrevivente daquele planeta.
O último
marciano…
Sobrevivia
alimentando-se dos esporos fosforescentes. Aquela matéria verde era um nutriente
único, completo. Supria todas as necessidades energéticas de qualquer ser orgânico.
Trazia com ele um componente inter dimensional capaz de fazer a matéria se
desdobrar em viagens através dos universos, através dos tempos. Intensificava o
poder quântico do DNA de qualquer ser.
Ao
se alimentarem das incrustacoes verdes os cosmonautas se sentiram imbuídos de
um amor que nunca haviam experimentado. Sua fome saciada, suas deficiências
curadas, seus corpos eternamente jovens. Haviam encontrado o paraíso, a vida
eterna…Haviam encontrado a sabedoria dos deuses…
Na
Terra, após o fracasso das naves de reabastecimento, políticos deram como
perdidas as vidas dos cosmonautas. No agir normal dos involuídos terráqueos,
inocentes foram culpados e culpados foram exaltados.
O
programa de colonização de Marte foi encerrado. Os cosmonautas esquecidos,
erradicados dos livros de história.
Em Elysium Pédion quatro humanos viviam em harmonia com o
último marciano. Jamais pensaram em voltar, jamais sentiram saudades. Viviam
felizes onde o amor era pleno, como nos campos de junco dos antigos egípcios, Sehket Aaru, em Tian, na China, nas pradarias de Manitu, no Nirvana ou no
monte Olimpo.
À Hades entregaram a Terra e a superfície
de Marte, Tártaro, onde o eterno
sofrimento permeava…
Ao
nascerem os filhos do homem em marte, chamaram-nos de Apolo e Diana. Ao último marciano,
chamaram-no de Zeus.
Nunca
mais morreram…De lá nunca sairam…
A
Terra nunca soube que a missão havia sido um sucesso sem precedentes…
Também,
para que?
Aos
medíocres restava Tártaro…
terça-feira, 24 de julho de 2018
VEGAS
Lyrics by Celso Gilberti
Music by Ricardo Pieroni
They say I’m a gambler. They say I’m
smart…
But luck is an art and gambling a
disaster.
They say I love women, brunets, and
blonds…
But this my friend, only in Vegas is
found.
Vegas, Vegas, Las Vegas,
Shinning town, with bright and desire.
Starry nights, glitter, and shine,
Vegas my dear is… ice! Is ice on a
cake…
They say I can fake, gimme a poker
face,
I say I can jack, but only black jack.
Roulette I like red, roulette I love
black,
But 27, my dear, is the number that
make me make.
Vegas, Vegas, Las Vegas,
My kind of place, poker face and disgrace,
But for me a piece of cake, easy on
the ice, easy on the ice…
With a woman, my love, I love this
place.
They say I can love, brunette and
blonds…
But if I see something red, already…
I’m, my friends, game for the night,
Kissing lips, making love, in glitter
and shine, ready in fire…
Vegas, Vegas, Las Vegas
Shinning town that sparkles like ice,
Starry nights, melt my fire, my ice…
Twinkling machines, twinkling in the
lights.
Vegas, Vegas, Las Vegas, gimme a zing
To get my gold, my love, I want to be
king
To get my gold, my love, I’ll be a
king….
To get my love… I’m already king….
segunda-feira, 23 de julho de 2018
MOTO CONTÍNUO
Repeteco…á
pedidos
Dedicado à Sheila van Leyen, no dia do amigo {julho 2017}
1.
Nasceu
pequeno, chorando, pedindo só amor.
Um
pedaço de dois, cheio de carinho e calor,
Ali,
sozinho, com o mundo esperando.
Um senhor
daquele espaço, à procura um abraço.
Passa
o tempo, passa a vida, passa sempre pra frente…
E, como
um trem, passa dolente…
Vai
devagar, para aquele pequeno,
Que
sem paciência quer ser logo velho.
Não
sabe ainda, que mundo bonito, também tem veneno.
Não
ouve seus pais, não gosta do espelho.
Quer o
vento tomar, empurrar o tempo, sem tempo…
Pro
tempo esperar…
Passa o tempo, sopra o vento…
Passam amores, desamores.
Ficam beijos, ficam lágrimas…
Choram sonhos, sonham flores.
2.
Num
momento do tempo, soprou-lhe um vento,
De
momentos felizes, alegrias e alentos.
Amores
achados, amigos amados,
Embevecido
ficou, inebriado de amor…
Em
falsos abraços achou seu espaço.
Não
era o de fato, mas sim sem calor,
E dos
amores verdadeiros, dos acalentos ardentes,
Ficou
só o gelo, da falsa ilusão…
Que o mundo
de então era só perdição,
Sem o
brilho da luz, de uma estrela cadente.
Alegrias e sorrisos,
Ficam memórias, ficam brilhos,
Choram amores e amadas…
3.
E
então o tempo com seu vento,
No
trem da vida, ficou velho, ficou lento.
Mas o
pequeno menino, de pressa apressada,
Mais
velho ficou, perdendo, com a pressa,
O amor
que passou…
Chorou,
não se achou, seu corpo vergou,
Amigos
perdidos, amores fugidos.
Nas lágrimas
vertidas, somente o suspiro,
Num
copo de um bar, num brinde sem gosto,
Num
enterro do amigo, chorou de desgosto…
Passa o tempo, passa o vento,
Chora a alma, choram dores,
Amigos achou, de todos fugiu.
Choram sonhos, choram amores.
4.
Mais
frio no tempo, seus brancos cabelos,
Voam
ao vento procurando modelos,
Que
ainda lembrava, menino, brinquedos,
Nas
barras das saias de quem sempre amou,
Que
com alvos cabelos com carinho o beijou,
Acariciou
e deixou, a saudade infinita,
Que
sua alma criança em carícias infindas,
Marcou
de tristeza, com aquela beleza,
Que
agora sabia, não mais voltaria,
Num
pranto de dor, chorou e sentiu, perdão lhes pediu…
Passa o tempo, passa o vento,
Esfria a alma e o coração.
No velho da vida, sentiu esperança,
Choram sonhos, choros de criança.
5.
No
ocaso tão triste, da vida partistes,
Deixando
uma prece, achou que sorristes,
Mas
quando perdido encontrastes,
Uma
outra porta abristes,
Para
nela saber porque tu existes,
Pois a
vida querido, é uma coisa partida…
Em
pedaços de dor e em bocados de amor…
Nunca
acaba, só passa…
Para
outro pequeno, com seu choro escaleno,
Fugir
do veneno, que o tempo sereno, certamente trará.
Passa o tempo, passa o vento,
Nasce outro lindo rebento,
Ficam amores, ficam amigos,
Sonham sonhos infinitos, sonham sonhos mais bonitos…
domingo, 22 de julho de 2018
GAROTA SERENA
Lyrics by Celso Gilberti
Linda, morena, garota serena…
Arranca meu coração… sem pena.
Seus lábios molhados, suados,
Me devoram, desesperados.
Com sua mais louca paixão…
Flor do amor, corpo sedutor,
Nua, me come, me tome.
No seu abraço, o calor,
No seu beijo, eu me perco,
E nos seus braços me deixo…
Morena, serena…
Seu fogo me queima.
Me mata, me beija,
Me deseja…
Eu quero te amar…
sábado, 21 de julho de 2018
PARLA-ME D’AMORE
Fala-me de amor querida
Quero tua voz macia
Teus lábios rubros
Tua mão dolente
Quero um amor tão quente
Um beijo ardente
Teu coração batendo
Em teu peito sedutor
Quero nos teus olhos me perder
Nos teus braços me achar
Nos teus lábios derreter
Minha amada, amada minha
Parla-me d’amore
Minha bela
Fala-me de amor
Agora… não demore
Cara mia…
quarta-feira, 18 de julho de 2018
Voem soltas, queridas palavras.
Belo amontoado de letras,
Voem, querendo falar, soletrar,
Qualquer coisa…
Pois sei que querem amar,
Contar contos, cantar…
Palavras que fazem amor,
Calor em letras macias, dengosas,
Gostosas,amorosas…
Palavras em música, versos, textos,
Simplesmente pretextos…
Para te amar…
Voem palavras, voem…
Voem bonito, no infinito.
Não quero achá-las em contos sem nexo,
Em rudes acordes, desconexos,
Em lábios de falsos profetas,
Perdidas num mundo perplexo.
Quero sim vê-las,
Nos rubros lábios de meu amor,
Contanto histórias, carinhos e glórias…
Voando ao vento, sedento de seus
talentos,
Para em sua trama me perder…
E nos lábios dela… morrer.
HEY GIRL
Lyrics by Celso Gilberti
Rock n’roll
Hey girl…where are you? Hey girl…
where are you?
Babe girl… babe love…lay me down…
I’m a king of this town, take my
crown…take me down…
C’ause I love you my dove, my love…my
dove…my love.
When I see you, my heart pounds…
When I touch you, my heart melts, I’m
crazy,
I’m in love, my mind is hazy, so hazy,
so hazy…
I’m a hound, I’m a hound, I’m around,
I’m wound…
Green eyes, red hair, like fire,
gunfire…
Take me easy, love me tender, love me
softly…
Kill me now, kill me swiftly, my sapphire,
my fire…
Green eyes, I’m your hound, run
around, run abound, run aground.
segunda-feira, 16 de julho de 2018
SÓ EM TERRA DE LOUCOS
Sonhavam que o futebol salvaria a política suja…
Sonharam que o timeco verde amarelo
seria campeão.
Sonharam em ver um plantel de semi-corinthianos
erger a taça.
Sonharam em ver um ladrão livre.
Sonharam…
Afinal, em terra de Alice, vulgo
Pindorama, sonha-se com o imaginário, com o errado
virando certo, com baboseiras virando moda, com políticos virando honestas criaturas… pois roubam…mas fazem!
Sonham com o nove dedos, com a disléxica criatura, com o canista governador, com dinheiro nas cuecas, em
malas das malas criaturas.
Sonham que futebol salva política, que emissora de TV é dona da verdade, que
escolher jogador corinthiano faz campeão.
Sonham com penteados de jogadores
deslumbrados e trapaceiros, com a cor das calcinhas das namoradas.
Ficam no sonho…
A realidade é outra
Isto aqui é Venezuela “on the making”.
DANÇANDO COM AS ESTRELAS
Lyrics by celso gilberti
Music by Ricardo Pieroni
Meu amor…
Nos teus braços, me abraço,
Perdido no calor,
Da estrela, que no espaço,
Roubou minha flor.
Volte amada minha…
Me beije, me liberte.
Quero em seus lábios morrer.
No passo da dança, me sinto inerte…
Por querer!
No bailar do espaço,
Ao brilho das estrelas,
Meus olhos cintilam,
E de amor enlouqueço…
Pois perdido já estou, por você…
Amada…
Dê-me seu beijo,
Último que seja…
Colora meu coração,
Com matizes de desejo.
Poi eu, teu amado, abandonado,
Que é teu somente, teu e despedaçado…
Por ti morro…
Eternamente de amor…
Valsa, triste
Piano con gusto
Para teclado, violino ou bandolim
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