sexta-feira, 26 de outubro de 2018


RADICALISMO


Uma eleição onde o que interessa não é discutido.
Uma eleição onde idiotas se assanham e moderados desaparecem,
Paixões desenfreadas. Seriam até razoáveis se fossem paixões inteligentes.
Mas não o são…
São fundadas em mentiras, baseadas em ideologias tão ultrapassadas que me faz pensar…o povo é tão despreparado assim?
Um partido safado e desonesto. Perpetuaram-se no poder. De lá não querem sair.
Uma esquerda mundial cansada, aparvalhada. Uma esquerda sinistra.
Um clamor de pessoas desesperadas querendo mudar. Tudo. Preferencialmente com a extinção do partido dos bandidos.
Somos governados por infames. Se alastraram, penetraram em todos os escalões, entrincheiraram-se. Como monstros, devoram a carne de todos, sugam a seiva da nação, envenenam os jovens, destroem famílias, desrespeitam costumes.
O poder é tão bom que dele não querem sair. Locupletam-se. Pela propaganda, nos meios de comunicação comprados e venais, nas escolas e universidades deletérias e corrompidas, subornam tudo, iludem, tapam a luz com a peneira da escuridão intelectual.
Falsos artistas, cretinos interessados no vil metal, expondo suas miseráveis obras. Obscurecem mentes. Distribuem drogas, ópio dos ignaros, num panem et circenses regado à mortadelas e futebol em decúbito.
Líderes?
Seriam se fossem estadistas.
Mas não o são.
São sim, oportunistas da hora, populistas da desgraça, idólatras da carniça. Carniça que virou o povo desta outrora orgulhosa nação. Hoje arrebanhada por um bando de iliterados, energúmenos pintados em cores estranhas, descerebrados quando cobertos do vermelho do sangue vomitado por seu ídolos de papel.
Quando o sol do arrebol se levanta e tenta nos iluminar com as cores reais da nação, eis que surgem do lixo em que vivem e tolhem a manifestação gentil, com o radicalismo dos imbecilizados.
Se pela paz falharmos, nada mais nos restará.
Não somos guerreiros. Somos um povo de natureza subserviente, perfeito para ser explorado pelos fanfarrões da mentira.
Se não mudarmos, falharemos. E, com esta falha que se avizinha, sucumbiremos. Perderemos nossas verdadeiras cores, nossa alma, nossa verde esperança.
No vermelho de nosso próprio sangue morreremos. Uma morte lenta, vazia, oca e muda.
Só nos resta uma coisa: Varrer o vermelho de nossas vidas.
Só teremos uma chance
Somente uma…

quarta-feira, 24 de outubro de 2018


UMA HISTÓRIA DE RATOS

Dizem que os ratos são os primeiros à deixar um navio naufragando.
Pulam fora.
Falam também que o comandante do tal barco afunda com o mesmo.
Será?
O tal PT, ParTido das ratazanas, não quer largar o barco. Seria suicídio?
E o comandante?
Da cadeia onde está, vendo o sol nascer quadrado, manda ordens.
Fiquem meus “cumpanheiros”, o osso é bom demais!
Vale a pena o suicídio.
Arrumou um poste. O cara é dono das mentiras. Mente com cara lavada. Um rato que se compromete à ir ao fundo. Do seu bolso, preferencialmente.
O que quer salvar o barco já levou até facada. Acho que este é o verdadeiro capitão.
O poste, um rato profissional, está até planejando sua auto imolação.
Está mais para amolação.
Caiam fora seus ratos.
Este capitão não deixará o barco afundar.

terça-feira, 23 de outubro de 2018


ALOPRARAM



“Fake” atentado?
Está todo mundo louco.
É “fake news” pra tudo quanto é lado.
Imagine…até a mídia tradicional entrou no jogo. A tal Folha de São Paulo deu o maior vexame. Mentiu, forjando notícia falsa. Concorrentes, por inveja, seguiram os passos. Choveu besteira nos jornais e nas TVs. Comentaristas cretinos explicando o inexplicável.
Fontes fidedignas??? Ilustraram a matéria, que não se materializou. Era somente o desejo do jornal em fazer da mentira uma verdade. Contaram histórias sem provas das aleivosias que criaram. Devem estar precisando muito de dinheiro.
Mas a moda pegou.
Solta “fake” pra lá e pra cá. Chuva de bobagens tao inverossímeis que dá vontade de chorar.
Mas a criatividade dos paspalhos é incomensurável. A nova onda do momento é… atentado “fake”.
Sim, pois o tal PT (Partido Traidor) e seus asseclas petralhas (os que roubam tudo, até cuecas) está maquinando atentar contra o próprio candidato. Desejam causar comoção social. Fatos e factoides. Besteiras sentimentais, loucuras coletivas.
Este partido ainda não se deu por vencido.
Farão de tudo, tudo mesmo, até o desonesto (e nisto, têm “know how” de sobra)!
O tal atentado se dará às vésperas da eleição. Assim, não haverá tempo para apurar se é verdadeiro. E a mídia idiota e venal dará cobertura para a mentira como se fosse verdade.
Como, nesta terra Tupiniquim, tudo é possível, já vejo o tal de Andrade morto sem querer. “Era só para dar uma de raspão, mas o sicário entusiasmou…”
Deu um bololô danado!!!
Não era pro gajo morrer…
KKK, então…não era "fake"!!

sexta-feira, 19 de outubro de 2018


OS CAMALEÕES DA DESGRAÇA


Quem disse que querem largar o osso?
Não é um osso, é um filé.
Se pelo osso fariam tudo, farão mais pelos macios da carne boa.
Por isso, se disfarçam, despistam, escondem.
São os camaleões da desgraça. Os mesmos desgraçados, safados e corruptos que levaram o tesouro nacional.
Querem continuar suas falcatruas.
Quando a fome chegar, comerão na Turquia, com um Maduro que já esta podre.
Os bobos, se neles votarem, comerão seus cachorros.
Na falta, os bichos do zoológico.
No final, eles mesmos.
O Partido canibal está ao lado. É vermelho, cor de sangue. Seu sangue. O deles é de baratas.
O líder de nove dedos disse ao avatar imbecilizado:  “Corte o mindinho, assim você fica igualzinho!”
Nos camaleônicos disfarces mudam de cor.
Só existe um verde e amarelo. Ele não esta nos camaleões
Somente em nossa bandeira!


O CANDIDATO “FAKE”



Achou que era legítimo. Tinha nome.
Mas o nome que seu pai lhe deu não era suficiente para o fazer reconhecido.
Fingiu então que era outro.
Escolheu um ladrão famoso por não saber nada, por não ter feito nada, não ser nada…só um grande ladrão.
Este ladrão era conhecido, e para ser reconhecido, o outro virou “fake”. Uma mentira de candidato.
Tirava foto com o meliante, dizia que era ele, a encarnação do danado.
Era vermelho, mas para ser um bom “fake”, mudou de cor.  Assim pareceria com outro que não era “fake”.
Digamos, o moço era versátil…
Ficou até religioso. Imagine, um ateu comunista … comungando.
E o padre deixou…devia ser tão “fake” quanto o que comungou.
Disse ser honesto.
O que não era “fake” era, ele que “fake era, nada mais era do que um indiciado em crimes contra o erário. Acho que 32 vezes. Seria isto suficiente?
No Pindorama acham que ser ladrão é relativo. Dizem que rouba e faz, mas o que é “fake” foi, de fato, o pior prefeito que uma das maiores cidades do mundo teve.
Era um “FAKE”, de verdade.
Pois este candidato “fake” reclama contra os que escrevem verdades. Diz ele que as verdades são “fake”.
Ora, meus caros, “fake” é ele. Não somos idiotas.
Xô coisa ruim.
Será que o demônio é "fake"???
Se é, ele é real…

P.S.    Tem jornal que se diz real, mas informa “fake”. Que vexame!


quarta-feira, 17 de outubro de 2018


BOMBARDEIO APAIXONADO


As redes sociais se assanham. No intuito de informar inventam. E inventam muito.
Desinformam.
Os jornais, que deveriam retratar fielmente as notícias o fazem com viés ideológico.
Não informam.
As paixões aumentam, o raciocínio peca, as reações turvam.
Digo que a sinistra esquerda inventou tudo isto. Mas hoje, até a direita se locupleta da mentira ou meia verdade.
Ou seria meia mentira?
Gastar com jornais e revistas é jogar dinheiro fora. Suas opiniões são inclinadas. A notícia deturpada.
Uma revista de outrora importância teve o desplante de revisar uma edição de anos antes para justificar a falsidade que hoje ali produzia.
Na TV, onde a mentira tem pernas curtas, malabaristas explicam o inexplicável. Ou tentam… com viés de interesse próprio, é claro.
A Igreja confunde o fiel. Transformam-no em infiel. Mais infiéis ficam os fanáticos. Salada de lunáticos.
Balbúrdia completa. Dança de besteiras, suruba de ideias. Paixões desenfreadas. Bombardeio de asnices. Cegas e apaixonadas.
Será que existe um centro? Uma posição de equilíbrio?
Até agora, só vejo um buraco negro.
Nem a luz consegue sair…
Mas, se sair, prefiro que seja verde e amarela.

sábado, 13 de outubro de 2018


DAMNED


Mudaram as cores.
O vermelho sumiu…e seu sumiço esconde a mentira . A danação dos demônios vermelhos, agora escondidos em verde e amarelo.
Mentem pois são mentirosos, fingem por que são fingidos.
Asco…
Adentram uma igreja. Na presença do espírito santo despistam, comungam, se mostram devotos.
Incautas criaturas até acham que os danados se arrependeram.
Mas não. Não o farão jamais.
O tinhoso é esperto…
Inventaram um outro tipo de Maduro. Este de tão maduro está quase podre. Leva à tiracolo uma comunista idiota. Idiota pois não há outro termo para alguém que acredita em uma doutrina tão obsoleta, vil, putrefacta.
Querem confundir o eleitor. A salada é mágica…produto de missas negras.
Mudam de cor, falsificam urnas, adotam o discurso do opositor.
Se ganharem farão novo estelionato eleitoral. Sim, pois são estelionatas por excelência, bando de ladrões liderados por um barbudo nojento que vê o sol nascer quadrado, todos os dias…
Seres do inferno… Voltem ao vermelho do fogo que de onde fugiram e danem-se eternamente.
O verde amarelo pertence à pátria.
Não está à venda.


quinta-feira, 11 de outubro de 2018


51


Bebia igual gambá
Dizem que gambá bebe. Nunca vi, mas acredito que os sábios que fizeram o ditado devem ter tido razão.
O gambá em questão esta preso. Vê o sol nascer quadrado todo o dia. Mas é um gambá perigoso.
Perigoso e preguiçoso.
Cortou um dedo, o mindinho, que pouco serve. Arranjou uma aposentadoria somente existente no Pindorama e nele passou a vomitar seu ódio. Após a tradicional 51.
Pois o bicho bebe, e muito.
Um vagabundo, nojento, barbudo, asqueroso e comunista.
Comanda um poste. Um imbecil que acredita em tudo que o gambá fala.
E sai por aí vomitando besteiras nos ouvidos de bandos de decerebrados.
Eram vermelhos até ontem. Agora são verdes e amarelos. Incrível…
Como mudam, como fingem, como se transformam.
Morféticos.
Que voltem ao seu néctar, uma 51 no bucho. E se transformem no zumbi que os lidera.
Daqui a pouco irão para os quintos dos infernos.
Será que lá tem 51?

quarta-feira, 10 de outubro de 2018


AMIGO
(latim: amicu)


Se não o tivesse, não seria feliz.
Se não existisse, me sentiria só.
Se cativo és, por ti serei responsável, eternamente.
Nas horas tristes estavas lá. Nas alegres, aumentavas a felicidade.
Quando me perdia em palavras que não deveria falar, lá estavas para dar à elas a interpretação que não feria.
Tu me entendias…
Quando meu coração partia, com um sorriso, tinhas outro para me dar.
Não consigo ver um mundo sem um amigo. Não consigo vê-lo sem teu calor.
A amada amante lhe dá o carinho e o amor. O amigo o consolo, o suporte. Tu aceitas, ela tolera.
Sou feliz…
Tenho amigos. Bastaria um, mas tenho mais.
É verdade que entre todos sempre existirá um, mais amigo, mais querido.
Também o tenho
E, por ele, tudo farei.



domingo, 7 de outubro de 2018

sábado, 6 de outubro de 2018


BOLSAS & BOLSAS

(baseado na história real de uma moça que fazia bolsas)


Gostava de trabalhar.
Vivia à inventar formas de fazer dinheiro e, quando o fazia, guardava.
Partido bom. Bonita, cheia de vida, decidida e carinhosa.
Mas não se casou bem.
Foi deixada só, com duas filhinhas.
Para criá-las o fez com carinho e determinação. Fazia bolsas para o ganha pão.
Lindas, chiques, criativas. Bolsas para tudo e para todos.
Assim caminhou, independente, dona de si, empresária. No processo, nunca perdeu a ternura.
Viu o mundo passar. Enquanto trabalhava,outros se locupletavam do erário público.
O país em que morava era uma salada de idiotices. Mal temperadas.
As bolsas que fazia, com suor e honestidade,  a ajudaram a criar suas filhas.
Via, lá fora outras bolsas, também criadas, não para gerar trabalho, mas para distribuir aos inúteis o que não era deles e sim de quem trabalhava.
No país maluco em que vivia a farra de bolsas era tamanha. Trabalho…um punhadinho.
No processo embolsavam parte do que bolsas davam.
E, com bolsa pra lá, bolsa pra cá, lá ia o trem da alegria…resultado… nenhum tiquinho. Somente miséria de bolsas bobocas, para todos os inúteis gostos, até para ladrão, ou qualquer bandidão.
A moça das bolsas que trabalhava muito até tinha simpatia com aqueles que nada tinham, só não era simpática ao ganhar sem trabalhar, ao ter sem merecer, ao receber para votos trocar.
Pois na terra de loucos, alguns mais loucos ainda achavam que o estado tinha de dar e não de propiciar.
Pois não propiciavam trabalho. Distribuíam o ervanário, que deles não era.
A moça das bolsas rica ficou.
Os que ganhavam bolsas, mais pobres ficaram.
Com trabalho se ganha, adversidades se vencem, fazem-se famílias, criam-se alegrias.
Na subvenção da desgraça, somente a tragédia de um povo que por migalhas se vende.
Melhor seria lhes dar trabalho para de dinheiro as bolsas encher.
Melhor JÁ IR  se acostumando!
Um mundo melhor pode estar raiando.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018


PENSAMENTOS VI

Júpiter sumiu. Nibiru chegou.
Descobriram Goblin…
Algumas verdades, outras mentiras, como, aliás, é o que a midia faz, hoje em dia.
O molusco é honesto e o poste também...
Já o honesto é atacado, exatamente por ser, verdadeiramente honesto…
Engraçado,
No país onde honestidade é relativa, assim como a ética, querem dar lição de moral.
Ou seria de imoralidades? Afinal os esquisitos se dizem normais e anormais somos nós, os normais…
Sexo no estádio… au cru, gêneros diversos nas escolas, travecos pululantes…
Que falta de vergonha!
Vou dar um 17 e que se danem os vermelhos!