RADICALISMO
Uma
eleição onde o que interessa não é discutido.
Uma
eleição onde idiotas se assanham e moderados desaparecem,
Paixões
desenfreadas. Seriam até razoáveis se fossem paixões inteligentes.
Mas não
o são…
São
fundadas em mentiras, baseadas em ideologias tão ultrapassadas que me faz
pensar…o povo é tão despreparado assim?
Um partido
safado e desonesto. Perpetuaram-se no poder. De lá não querem sair.
Uma
esquerda mundial cansada, aparvalhada. Uma esquerda sinistra.
Um
clamor de pessoas desesperadas querendo mudar. Tudo. Preferencialmente com a
extinção do partido dos bandidos.
Somos
governados por infames. Se alastraram, penetraram em todos os escalões, entrincheiraram-se.
Como monstros, devoram a carne de todos, sugam a seiva da nação, envenenam os
jovens, destroem famílias, desrespeitam costumes.
O
poder é tão bom que dele não querem sair. Locupletam-se. Pela propaganda, nos
meios de comunicação comprados e venais, nas escolas e universidades deletérias
e corrompidas, subornam tudo, iludem, tapam a luz com a peneira da escuridão intelectual.
Falsos
artistas, cretinos interessados no vil metal, expondo suas miseráveis obras.
Obscurecem mentes. Distribuem drogas, ópio dos ignaros, num panem et circenses regado à mortadelas e
futebol em decúbito.
Líderes?
Seriam
se fossem estadistas.
Mas não
o são.
São
sim, oportunistas da hora, populistas da desgraça, idólatras da carniça. Carniça
que virou o povo desta outrora orgulhosa nação. Hoje arrebanhada por um bando
de iliterados, energúmenos pintados em cores estranhas, descerebrados quando
cobertos do vermelho do sangue vomitado por seu ídolos de papel.
Quando
o sol do arrebol se levanta e tenta nos iluminar com as cores reais da nação,
eis que surgem do lixo em que vivem e tolhem a manifestação gentil, com o radicalismo
dos imbecilizados.
Se
pela paz falharmos, nada mais nos restará.
Não
somos guerreiros. Somos um povo de natureza subserviente, perfeito para ser
explorado pelos fanfarrões da mentira.
Se não
mudarmos, falharemos. E, com esta falha que se avizinha, sucumbiremos.
Perderemos nossas verdadeiras cores, nossa alma, nossa verde esperança.
No
vermelho de nosso próprio sangue morreremos. Uma morte lenta, vazia, oca e
muda.
Só nos
resta uma coisa: Varrer o vermelho de nossas vidas.
Só
teremos uma chance
Somente
uma…

Nenhum comentário:
Postar um comentário