quarta-feira, 31 de maio de 2017

A Touch of Rio in Minas

A Piece of Catete in Minas

YOU ARE ALWAYS IN MY MIND 
copyright c. gilberti

When I wake…
When I dream…
When I think,
You are there,
Always,
In my mind…

Smile of sweetness,
Eyes of tenderness,
Lips of love…
My heart is yours,
Forever,
And ever…

Do never leave me,
Do never stop,
Giving me your love…
For without it,
I will simply die,
With a broken heart!


terça-feira, 30 de maio de 2017

O QUE EU ACHO EM VOCÊ


Seus olhos,
Ah…seus olhos…
Pequenas jabuticabas,
Bolinhas de cristal,
Brilhantes,
Sedutores…

Suas pernas,
Esculturas,
Sedosas,
Encantadoras,
Macias e aveludadas,
O mais leve cetim.

Seus seios…
Belos, pujantes,
Sedutores,
Mãos neles se perdem,
E, na procura das formas,
Enlouquecem…

Seus lábios…
Mel, doce mel,
Algodão-doce.
Que desmancham na boca,
E se encontram nos meus…
Enlouquecem.

Você, ah…você…
Doce criatura,
Suspiro de açúcar…
Terna, amante,
Voz de um anjo,
Em um canto divino!

Você é linda…
Adorável,
Sedutora.
Em você me perco,
Em você me encontro…

Sem você… não existo!

Going back in time

Afresco
Charles Micklosky
detail

domingo, 28 de maio de 2017

The Future in Cleveland, Ohio

Applied Industrial Technologies
Cleveland Ohio
Designed by Celso Gilberti

Design and engineering team
Denver Broker
Kurt Weaver
Jack Walsh
Chuck Rosati
Rafael Gilberti

Barroco

Shapes & Color

ACONTECEU EM CHICAGO



Ele era um elegante rapaz. Alto, forte e simpático. Tinha três lindas irmãs, tipo miss universo, um pai severo, uma doce mãe e dois outros irmãos, um deles viria ser um ilustre desembargador.

Fazia pós-graduação em Chicago, já estava casado. Morava em um pequeno apartamento, não tinha muitas coisas. Um fusquinha mesentérico, uma bermuda e uma muda de roupa que o levava à todos os lugares.

O ano chegava ao fim, o frio congelante com os ventos da windy city soprando cruelmente. Queria comemorar. Juntou seus trocados e convidou sua bela para um jantar, romântico, à dois.

Ao restaurante chegaram e iniciaram os procedimentos com um drink de abertura e leitura cuidadosa do menu.

Sentiu algo se movimentando em suas partes glúteas. Era de natureza feroz, já o havia enfrentado em outras ocasiões. Em circustâncias normais qualquer mortal procuraria o toilet mais próximo. Não ele...Só fazia em casa.

Disse à sua bela: “Querida, está acontecendo de novo. Vou até o apê, resolvo o problema e volto que nem Mercúrio, com asinhas nos calcanhares. Peça alguma coisa por mim, beijocas.” E assim o fez.

Adentrou seu fusca. Era como se estivesse vestindo o dito cujo. Grande como era o procedimento de entrada era penoso e contorcionista. A movimentação em excesso provou-se perigosa. A revolta que lhe tomava as entranhas se assanhava.

Intrepidamente seguiu viagem. Tomou a via expressa, pouparia tempo e este era o que faltava. Eis que de repente, um líquido quente, viscoso e morfético inundou suas partes baixas. Como lava de um vulcão em errupção a gosma deletéria descia, calça abaixo.

Não titubeou, fechou a bainha da mesma, dentro das meias, segurando a copiosa massa.

Um cheiro terrível, mais forte do que o Tietê em dia de glória, tomou conta de  sua frugal viatura. Pior, o sinal de falta de combustível havia se manifestado. Isto não era nada bom, pois o dito quando tocava dizia mesmo é que já havia acabado. E foi o que aconteceu.

Sorte, estava em uma descida, o carro ainda embalado e, por mais sorte ainda um posto se avizinhava, à direita, na primeira saída. Costeou, lenta e inexoravelmente parando em frente à bomba.

O atendente serelepe se aproximou. Ao baixar a janela quase matou o coitado com uma baforada pútrida. Deu-lhe dez pratas e recolheu-se a sua insignificância. O rapaz, meio verde, encheu o tanque. O enxôfre de Belzebú o deixara grogue.

No apê o plano de salvação se delineava sólido. Lavaria as calças em baixo, no basement. Tomaria banho, colocaria sua solitária bermuda e enquanto lavava e secava, limparia o possante. Após, voltaria que nem sir Galahad, e salvaria sua amada.

O processo inteiro se fez mais lento do que havia suposto. A noite se aprofundava e, com ela, a hora do restaurante fechar.

Por fim terminou. Como um foguete partiu chegando esbaforido somente para encontrar sua atônita esposa, semi congelada, expulsa, na rua.

Não sei se mudou seus hábitos. Não acredito que o tenha feito, afinal a família inteira tem um histórico profícuo nesta área fecal. Hoje, bem sucedido vive em Brasília. Um bom local para se fazer tais feitos.       

Depois eu conto outra.



sábado, 27 de maio de 2017

OH, MY LOVE…
copyright by c. gilberti

Oh, dear one…
Love of my life,
Angel of peace,
Where are you?

Days grow longer…
My heart is sad.
Never ending feelings,
Of loss, of emptiness.

Will you be back?
Will I see you again?
Your beautiful smile,
Laugh, touch?

Will you know me,
If I see you once more?
Please say yes…
Something, just a sound…

Just to fool my mind,
To play with my feelings,
To make me happy,

If not only for an instant…
A PORTA DA MÚMIA

 ( passeio no river Styx)

A trip into the imaginary world. What if...


Quando foi descoberta, a tumba de Tutankamon continha uma maldição. Morreram alguns exploradores, outros caíram doentes de coisas misteriosas. Falaram de bactérias, môfos e outras explicações mais compatíveis, mas nunca se explicaram de fato.

Com todos seus tesouros foi encontrada intacta. Mais intacta ainda deve estar o suposto cômodo secreto que aparentemente existe atrás do túmulo. Dizem até serem dois cômodos, um deles de Nefertiti.

Se for de Nefertiti será a descoberta arqueológica mais importante de todas. E tudo indica que é.  Raio X que o diga, pois será usado e aí, uma porta para uma dimensão passada será aberta, no presente.

Não sei se teremos novas maldições, mas múmias  sem maldições não são múmias que se prezem. Prefiro a manchete abaixo descrita, no dia seguinte à abertura da porta:

“Famoso arqueólogo, ao morrer, abre porta para uma nova dimensão. Após longas pesquisas e a aplicação do mais poderoso emissor de raios X descobriu-se uma abertura escondida atrás de hieroglifos citando Horus, o deus da guerra, ameaçando aqueles que cometessem o sacrilégio de dessagrar a tumba real.

Citações de Amonet, a deusa do oculto e poder que não se extingue, indicavam o local de uma chave em forma de Osíris, que aplicada em uma abertura nos olhos da figura representando Amon-Ra, deus do sol, abriria um vórtex espacial.

Cientistas famosos e ávidos por respostas se precipitaram, imediatamente abrindo o portal. Foram sugados para a primeira câmara que se encontrava vazia. Somente um rodamoinho luminescente enchia o espaço milenar. Seu movimento constante era inebriante, anestesiando os pesquisadores e transportando-os para o que veio à ser definido como um cômodo em outro espaço-tempo.

Atordoados acordaram na segunda câmara secreta. Inexplicàvelmente as paredes não a delimitavam. Moviam-se à medida em que delas se aproximavam. A decoração, em afrescos magníficos, contavam a estória de Nefertiti, esposa de Akhenaten que habitou  o Egito sagrado  entre 1380 e 1345 BC.

 Filha da deusa Osíris não podia morrer. Sua passagem para aquela nova dimensão havia sido feita pela porta dos tempos, depois de atravessar o rio Acheron, um dos cinco rios Styx e pagar o pedágio com uma moeda ao barqueiro do além, Phlegyas.

Seu corpo mumificado havia se regenerado conforme esperado pelas práticas egípcias. Não havia esquife mas haviam riquezas intermináveis. Estas, espalhadas em monumentos, caixas, urnas e pedestais pareciam perto de serem tocadas, porém ao delas se aproximarem, estas  deslizavam em movimentos etéreos e esfumaçados.

Haviam seres vivos no lugar , espectros num ritual exótico, sensual e delirante. Algo indescritível se apoderou dos incautos pesquisadores. Criaturas de beleza imcomparável e desnudas os cercavam. Uma a uma, de maneira envolvente, estes espectros iniciavam um processo de absorção da essência de vida de cada um deles.

Verdadeiros súcubus, insaciáveis, sedentos e sedutores faziam destes cientistas brinquedos em suas mãos. À medida que a vida se esvaia de alguns deles estas criaturas mostravam sua verdadeira forma. Monstros horripilantes, guerreiros de Anubis, cumpriam sua missão diabólica. Uma onda negra, ácida dissolvia seus tecidos, desencarnando-os.

Dois deles conseguiram se desprender do abraço fatal. No afã de fugirem e desesperados por salvar algo que pudessem levar consigo os afoitos cientistas tentaram escapar pelo portal. A travessia do mesmo quebrou o encanto. O som de um lamento doloroso se ouviu, pensaram ser as almas de seus colegas já presas na câmara de Osíris.

Foi um erro terrível. Uma série de inesperados eventos se iniciou. Pedras gigantescas deslizaram umas sobre as outras. Aberturas fizeram-se aparecer nas  paredes holográficas jorrando areia do deserto. As câmaras começaram a se transformar em uma sepultura inesperada.

Um deles escapou. Antes de morrer relatou esta estória fascinante. Anúbis havia voltado e reclamado as almas dos trespassadores. O portal se fechou, não antes de uma série de novas inscrições aparecerem nos afrescos da sala de Tutankamon. Neles a odisséia de seres de uma outra dimensão estava retratada, até seu soterramento pelas areias do deserto. No fim, uma inscrição ainda não vista dizia que a rainha vivia, no outro mundo, como deusa sagrada, encarnação de Isis.”

A tumba voltou a ser fechada. Os egípcios são muito superticiosos.


Uma estória de múmia com maldição é certamente muito mais interessante!

Fun in Bahia

by the pool

DROWNING
copyright by c.gilberti

In a sea of water,
Like a drop…
Wet, dripping,
Drowning,
I remain…

Inside a river,
In the middle of a pool,
In a cup,
Drowning,
I am…

So, if I cry…
If I shout…
I’m still drowning.
Without love,
Lost, without you…

So, I drown,
And so, I cry…and shout…
Rivers of tears.
Please come back, my dear…
Be back my love…
Before my heart stops,

Forever…drowning.
A VOLTA DO EXÚ


No Pindorama tudo é possivel.

Sai a Rainha de Copas (?) e entra o Chapeleiro Maluco.

Os quarenta ladrões estão presos ou sendo presos. Ali Babá está solto. Ele não é burro, mas seu corpo pensante foi desarticulado. O tal que já foi ministro faz parte do beleléu. Botaram o Zé na cadeia, mas este, ja saiu. Olha o perigo!

Mas ele é tinhoso. Sua fala boquirrota indica o desejo de voltar. Sonha com o Nobel da Paz, sonha em pilhas de dinheiro, como o tio Patinhas, nadando de braçada. Diz que ama os “nóis”, mas ama mesmo é à ele só.

Como um exú, fez pacto com o Cão. Por isso não morre. Ainda não fez mal suficiente.


Se  voltar, vai conseguir um Brasil igual. Todos pobres, iguais. Acabará com os “eles” e todos serão “nóis”, menos a PeTezada. Terão votado a sí o tesouro nacional. Ah... democracia!!!  Já diziam os gregos...

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Santa Fe

Santa Fe Station

MOTO CONTÍNUO

Sonho louco, repetido…
Sonho em que se sonha sonhos,
Bisonhos…
Sonho insone, acordado,
Em um sonho dormido,
Desperto, despido.

Sonho mulher…
Mulher dos sonhos.
Em sonhos perdidos,
Encontro,
Abatido,
Um sonho não meu…

Me acho, no espaço.
No sonho me abraço.
E sonho…
Um sonho quebrado,
Rasgado, picado,
E riscado de amor…


quarta-feira, 24 de maio de 2017

The Plain Dealer - press hall

Masters of  Machinery
Press Hall
designed by Celso Gilberti
at The Austin Company
1994

The Cleveland Plain Dealer

The Cleveland Plain Dealer
                                                            designed by Celso Gilberti
                                                        at The Austin Company in 1994
                                                                            detail
 VENTO E O TEMPO PASSAM


O tempo passa, como o vento
O vento sopra, às vezes com carinho
O tempo…Ah… este não é carinhoso
Não sopra, não é amoroso

Vento vai, vento vem
Me traz alento, amor também
Tempo… Ah… passa logo
Me deixa triste, é só um prólogo

Sopra vento, sopra o tempo
Me deixa, quero o alento
Do tempo frio
Que me deixou vazio

Não sinto o vento
No fim… somente o tempo
Que não há mais
Se foi, com o vento

Triste amor perdido
Amado amor achado
Quero seu tempo, com carinho
Beijos de mel, sinto ter encontrado
O vento e o tempo
No meu coração quebrado



terça-feira, 23 de maio de 2017

Another afternoon in Brazil

mountains, oh mountains!

LIGA?


Liga? Não liga não. Se ligar, será que dá liga? Eu ia ligar, não deu. Desliga.

Por quê? Se não liga é porque não deu liga. Sei que você não liga mas eu queria ligar para ver se dava liga. Não deu, então desculpe, desliga.
IMPRENSA E LIBERDADE



A imprensa tem que ser livre. Desempedida para exercer seu papel. Vigilante com a ordem e a lei, correta em sua postura, verdadeira e fiel aos princípios máximos que a norteiam.

Os títeres, demagogos, déspotas, ditadores, fanáticos, desesperados, imbecilizados e deformados não a querem livre. Querem suas versões doentias do que seja imprensa, formulam propaganda achando ser notícia, cozinham mexidos de mentiras para encherem as marmitas dos decerebrados.

Sem a imprensa livre seríamos torturados ser nem saber por quem. Seríamos vilipendiados e ninguém se acercaria da verdade. Seriamos instruídos à aceitar tudo aquilo que viesse das mentes doentes daqueles que acham que a desinformação é a unica forma que lhes interessa.

Viveríamos uma idade negra. Mais escura do que aquela afetada por pestilências passadas. Os títeres, os poderosos, controlariam a tudo e a todos.

Mas a imprensa é livre, pelo menos em grande parte do mundo.

Não leio lixo, leio jornais de verdade. Não ouço televisão estatal nem aquelas cuja renda maior é proveniente do estado. Não leio publicações oriundas de países deletérios, porque a informação será ainda mais doentia. Não ouço rádio comprada por movimentos religiosos, ouço aquelas que defendem a liberdade e nos iluminam com a verdade.

Sem imprensa livre não saberíamos das tramas ocultas, da politicagem suja, do capitalista subornante e subordinado à elocubrações diabólicas daqueles que consideram o bem de todos sua propriedade privada.

Não insultem a imprensa. Prestem-lhe a homenagem que merece. Defendam seu direito de inquirir, informar, analisar, discernir. Lute pela sua liberdade como se lutasse pela sua própria vida.

Porque... sem ela, meus amigos... sem a imprensa livre, ninguém saberia se qualquer um de nós desaparecesse, sumisse sem explicação alguma, evaporasse em porões imundos onde somente a maldade humana é capaz de esconder as vilezas, os atos torpes, o escárnio, a corrupção e a safadeza.

Porque... sem ela, meus amigos...seremos zumbis, escravos dos poderosos, inúteis e descartáveis.

Seremos nada.



segunda-feira, 22 de maio de 2017

Sunset

As the sun sets

IF YOU LIE

If you lie, you have consequences. It does not matter if the lie is big or small. If comes from a person or the establishment. You will have to deal with it, one way or another, just wait.
South of the border, past Mexico way, there is a country, a continent.
There, when it was discovered, more than 500 years ago, it started with a lie.
Christopher Columbus discovered America. Back then, the kings of Spain were eager to expand their empire, expel moors, be faithful to the church and other “cositas mas”. Portugal was in the same mood, so they decided to sign a treaty (Tordesillas) that among many things established that land east of the imaginary line, yet to be discovered, belonged to Portugal, west to Spain.
During those days lies were also in play. The Pope was Alexander VI, a Borgia, known for his flexibility regarding affairs, in the other hand, Isabel was pious, but a determined ruler. The Italians played an interesting role in financing discoveries without doing so.
Officially Brazil was discovered in 1500 and there lies the first lie. It was not. At least not in accordance with the documents found in Lisbon which I had the chance to read in the year of 2000.
Brazil was discovered a few years earlier by Diego Pacheco that landed in the Marajó island, west of the Tordesillas. Well, if the news became official, he had discovered for Spain and not Portugal. Not a good deal for the king of that country.
Knowing then, that there was land east of that discovery, the king sent an expedition of colonization, led by Cabral in 1500. It landed in what is Bahia, today.
It became the first lie taught to the Brazilian people. The date of discovery and who officially did it.
I guess, since that moment lying, in that part of the world, became common.
Years later, during the war against Paraguay an episode was told to Brazilians of all ages remembering a military retreat from the Laguna. Since the country is not in the list of world’s warmongers their military wanted to rely on heroic episodes. So, they decided to call it “The Heroic Retreat from the Laguna”, obviously the first retreat to be called heroic, in history. Just another small lie, harmless in a way…
They also said, in school, that the Portuguese killed all the Indians in Brazil. I don’t know if it is true, but I can say that I never saw so many Indians as I see today. May be the few left multiplied in geometric proportions, or was another generic lie.
The fact is: politicians saw in lies a form of getting elected. They also saw in it, a manner of dishing off all scandals, malfeasance, blunt robbery, etc... Just lie. “I never did it”. “I know nothing”. “I never heard of it”. “I never did anything wrong”. “It is the press, they lie all the time” ...
The pile of lies became big. It will be impossible to list them all. So, this brings us to the present. The biggest festival of lies ever created by men.
There is a country, in the southern hemisphere, a democracy, with a so called very advanced constitution. In fact, good, this constitution is a bit forward thinking for people that are not educated to have it. Then, the first conflict arises…rights vs duties. There everybody has rights, few duties. The lack of clear definition generated an economy with more than 17,000 syndicates. All of them wanting more rights, none asking for duties. Even teachers prefer to strike for more rights than exercise their duty of educating children, so they strike.
Somebody wants a new passage way in front of their homes…they immediately strike to demand its construction, normally by impeding everybody else to move about. The supposed rights of a few supersede the ones of others. Their rights don’t stop where the others’ start. Consider it another constitutional lie, of the light kind.
An elected President lied to be elected. Normally a common thing when dealing with politicians, but this one was a master in his devious skills. He not only lied about everything, he was also capable of making his successor, another liar of immense proportions. The people? Well, they like lies, are accustomed to the system, so, they vote, repeatedly for whoever lies the best.
Caught in immense shady deals, scandalous thievery, with stolen money inside their undies, they deny everything. After all, a denial can be just another lie. And they are good at it!
They invented the biggest money laundering scheme in the world. As Brazilians like to be mentioned as biggest in many things, they are now, in fact, the biggest thieves of the planet, or, as in another way of saying, they harbor the best of the world in that trade.
Not flattering but true. Opps. This word should not be here!
So now, stealing is a thing of billions on its way to trillions. Hungry politicians, from presidents to governors, from senators to deputies, from house representatives to city councils, from directors to assistants, from civil servants to bus boys, no one escapes. It’s the first kleptocracy of the world.
The scandal is huge. If the country would not be so rich it would have bankrupted in days. It has tentacles that extend through South and Central Americas. Even Africa! It reflected in the stock exchange in N.Y., the FBI is investigating, Swiss officials are doing the same. Nobody knows when it will stop.
And the answer is the same…lies, lies and more lies.
Maybe if they continue to lie it will become true. Like Goebbels? Hitler?
Well, if the Mafia did not accomplish so well in the States or in Italy, it performed wonders in Brazil.
If you lie…



domingo, 21 de maio de 2017

AZUL

Azul é o céu de minha janela,
Azul é minh’alma,
Colorida, feliz…
Azul é o time,
De estrelas cinco…
De alegrias mil…
Num mundo cor de anil.

Azul é azzurra,
Pizza, pasta, di pinto di blu,
Terra de meus ancestrais.
Roma eterna, vita bela,
Terra para onde vou,
Sentir o porque…

Existo, no azul de meu ser.
AMOR E VENTO

O vento sopra o amor que vem…
Sopra forte, o amor que traz.
Vento norte, vento sul,
Amor que voa, lá no azul…
Do céu, que em tempestade
Se transforma,
Vento que ruge, furacão,
Amor que foge…

Do meu coração!