domingo, 29 de dezembro de 2019


AMORAL


Amaral é imoral ou amoral?

Dilma e Sao Marcos ou Samarco?

Ou seria Vale...vale mesmo?

Renan calhorda ou calheiros?

PT,  PTralha,  atrapalha,  não é fogo de palha.  É praga mesmo!

Partido microencefálico,  pestilento.

Dá-lhe mandioca neles,  ou solta o vento que guardei para ela.

Não se esquecam:  13 menos quatro dá sete.

Brasil, país do futuro?  Nem para passado serve...mal passado.


My son
An Ohio State fan

terça-feira, 17 de dezembro de 2019


AMOR E VENTO

O vento sopra o amor que vem…
Sopra forte, o amor que traz.
Vento norte, vento sul,
Amor que voa, lá no azul…
Do céu, que em tempestade
Se transforma,
Vento que ruge, furacão,
Amor que foge…
Do meu coração!

Xmas time

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019


A TERRA É CONVEXA

Minha Santa Pelônia!!!
A Terra não é redonda. Não é aquela bolinha azul no universo. Não é aquela coisa linda que os astronautas da viagem à lua fotografaram.
A Terra é convexa!!!
Sábios cientistas brasileiros, liderados por um tal Urandir da Dakila Pesquisas provaram que a dita bolinha azul é uma tábua convexa, cercada por montanhas gigantescas de gelo e até, pasmem, um novo continente!
Sábias criaturas, certamente.
Afinal, no país da Mulher Sapiens e do grande Babalorixá de Nove Dedos nossas brilhantes universidades lideradas por esquerdopatas de plantão, são definitivamente capazes de formar cérebros tão iluminados.
Iluminados por lâmpadas de gás, velas, e achatados em uma mesa de autópsia, lubrificados por doses homeopáticas de leitura vermelha e outras do gênero.
Um baseado aqui, outro ali e sete anos depois sai a obra.
Já mereceram uma página inteira do tabloide O Tempo, a de número 15 da edição de 17 de Março, no ano passado. Na Globo, o Profissão Repórter de ontem traz matéria extensa sobre a baboseira. Pagam entre $50 e $110 reais para ver a tal conferência de terra planistas. Dizem, e não se assuste, “o sol e uma lâmpada”!!!
Se duvidam poderão vê-la (a tal conferência), em São Paulo.
Primor da ciência brasileira!
De vez em quando algo com um certo grau de luminosidade. Outro cientista, não tão desmiolado quanto o defensor da terra plana sugeriu não haver um “big bang”.
Arguia que o universo se contrai e expande, não tendo existido uma grande explosão inicial. Verossímil? Talvez. Certamente mais substancioso intelectualmente.
O que diria Stephen Hawking?


quarta-feira, 11 de dezembro de 2019


MOTO CONTÍNUO
Repeteco…á pedidos
Dedicado à Sheila van Leyen, no dia do amigo {julho 2017}
1.
Nasceu pequeno, chorando, pedindo só amor.
Um pedaço de dois, cheio de carinho e calor,
Ali, sozinho, com o mundo esperando.
Um senhor daquele espaço, à procura um abraço.
Passa o tempo, passa a vida, passa sempre pra frente…
E, como um trem, passa dolente…
Vai devagar, para aquele pequeno,
Que sem paciência quer ser logo velho.
Não sabe ainda, que mundo bonito, também tem veneno.        
Não ouve seus pais, não gosta do espelho.
Quer o vento tomar, empurrar o tempo, sem tempo…
Pro tempo esperar…


Passa o tempo, sopra o vento…
Passam amores, desamores.
Ficam beijos, ficam lágrimas…
Choram sonhos, sonham flores.

2.
Num momento do tempo, soprou-lhe um vento,
De momentos felizes, alegrias e alentos.
Amores achados, amigos amados,
Embevecido ficou, inebriado de amor…
Em falsos abraços achou seu espaço.
Não era o de fato, mas sim sem calor,
E dos amores verdadeiros, dos acalentos ardentes,
Ficou só o gelo, da falsa ilusão…
Que o mundo de então era só perdição,
Sem o brilho da luz, de uma estrela cadente.


Passa o tempo, sopra o vento…
Alegrias e sorrisos,
Ficam memórias, ficam brilhos,
Choram amores e amadas…




3.
E então o tempo com seu vento,
No trem da vida, ficou velho, ficou lento.
Mas o pequeno menino, de pressa apressada,
Mais velho ficou, perdendo, com a pressa,
O amor que passou…
Chorou, não se achou, seu corpo vergou,
Amigos perdidos, amores fugidos.
Nas lágrimas vertidas, somente o suspiro,
Num copo de um bar, num brinde sem gosto,
Num enterro do amigo, chorou de desgosto…




Passa o tempo, passa o vento,
Chora a alma, choram dores,
Amigos achou, de todos fugiu.
Choram sonhos, choram amores.




4.
Mais frio no tempo, seus brancos cabelos,
Voam ao vento procurando modelos,
Que ainda lembrava, menino, brinquedos,
Nas barras das saias de quem sempre amou,
Que com alvos cabelos com carinho o beijou,
Acariciou e deixou, a saudade infinita,
Que sua alma criança em carícias infindas,
Marcou de tristeza, com aquela beleza,
Que agora sabia, não mais voltaria,
Num pranto de dor, chorou e sentiu, perdão lhes pediu…



Passa o tempo, passa o vento,
Esfria a alma e o coração.
No velho da vida, sentiu esperança,
Choram sonhos, choros de criança.



5.
No ocaso tão triste, da vida partistes,
Deixando uma prece, achou que sorristes,
Mas quando perdido encontrastes,
Uma outra porta abristes,
Para nela saber porque tu existes,
Pois a vida querido, é uma coisa partida…
Em pedaços de dor e em bocados de amor…
Nunca acaba, só passa…
Para outro pequeno, com seu choro escaleno,
Fugir do veneno, que o tempo sereno, certamente trará.



Passa o tempo, passa o vento,
Nasce outro lindo rebento,
Ficam amores, ficam amigos,
Sonham sonhos infinitos, sonham sonhos mais bonitos…



quarta-feira, 4 de dezembro de 2019


Poesia Efêmera

Amante…
Mordes, tentas…
Bonito?
Oh, boca sensual!
Loura, morena…
De rubros lábios,
Charme e fogo.
Que excita, suave…
O arrepio,
Que sinto…
Rouba, perde, e em sussurro,
Sonha…
Selvagem…
Num frágil beijo,
Me mata,
Mulher, e em você me perco,
Doce sedução…

domingo, 1 de dezembro de 2019


AÇÃO DE GRAÇAS


Oficialmente foi à três dias atrás...

Verdadeiramente, qualquer dia é dia de graças.

De graças pelo que temos. De graças pelos amigos. De graças pelos filhos, pais e entes queridos.

Agradecer é um ato que deveria ser constante. Mesmo quando não há, aparentemente, nada para agradecer.

Digo aparentemente porque não há nenhum momento na vida que não seja de agradecimento. O simples viver já diz tudo.

Se fossemos pilgrims agradeceríamos à Deus. Se fossemos índios, a Manitu.
Mas não é à Deus ou Manitu que devemos agradecer. Não que não tenham sido a razão de tudo, mas por serem instrumentos em fazer o homem agradecido.

Eu, agradeço à minha bela. Agradeço ao meu filho presente e aos ausentes. Agradeço aos queridos e insubstituíveis amigos. Que esta casa seja sempre o local onde suas almas, seus espíritos, sejam felizes.

À isto tudo damos graças...l’chaim...à vida!

Amém

Um voto de carinho ao peru que se sacrificou por nós.