sexta-feira, 19 de outubro de 2018


O CANDIDATO “FAKE”



Achou que era legítimo. Tinha nome.
Mas o nome que seu pai lhe deu não era suficiente para o fazer reconhecido.
Fingiu então que era outro.
Escolheu um ladrão famoso por não saber nada, por não ter feito nada, não ser nada…só um grande ladrão.
Este ladrão era conhecido, e para ser reconhecido, o outro virou “fake”. Uma mentira de candidato.
Tirava foto com o meliante, dizia que era ele, a encarnação do danado.
Era vermelho, mas para ser um bom “fake”, mudou de cor.  Assim pareceria com outro que não era “fake”.
Digamos, o moço era versátil…
Ficou até religioso. Imagine, um ateu comunista … comungando.
E o padre deixou…devia ser tão “fake” quanto o que comungou.
Disse ser honesto.
O que não era “fake” era, ele que “fake era, nada mais era do que um indiciado em crimes contra o erário. Acho que 32 vezes. Seria isto suficiente?
No Pindorama acham que ser ladrão é relativo. Dizem que rouba e faz, mas o que é “fake” foi, de fato, o pior prefeito que uma das maiores cidades do mundo teve.
Era um “FAKE”, de verdade.
Pois este candidato “fake” reclama contra os que escrevem verdades. Diz ele que as verdades são “fake”.
Ora, meus caros, “fake” é ele. Não somos idiotas.
Xô coisa ruim.
Será que o demônio é "fake"???
Se é, ele é real…

P.S.    Tem jornal que se diz real, mas informa “fake”. Que vexame!


2 comentários:

  1. Parabéns Celso pelo excelente texto. Abs Tarcísio

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    1. Grande Tarcisio...O nossos mestres do Colegio Arnaldo nos induziram a isto. Waldemar Tavares Paes, lembra? Fica facil quando se tem a educacao que tivemos. Salve!

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