domingo, 14 de abril de 2019


REVISIONISMO
Ensaio “à la gordaça”sobre contos de fadas.
Peço não levar à sério…

Contos da carochinha.
Dona baratinha que tinha dinheiro na caixinha não mais o tem. Veio um leão, bravo, gordo e safado e…levou tudo. Aliás já havia sumido um bom bocado. Tem taxa pra tudo e imposto sobre imposto. O pais avermelhado é contra o capital mas totalmente à favor do confisco. Não sobra nada, niente, neris de pitibiribas.

Como não adianta chorar, dona baratinha, também conhecida por carocha, ficou peladinha, depenada.
Aí, com sua espirituosidade inconteste resolveu fazer umas correções históricas. Uma forma de protesto, um revisionismo aos contos de fadas.
Consultado o guru máximo das montanhas, um jornalista de brilho ofuscante, ouviu dele algumas recomendações sobre o caso. Aconselhou-a começar pelo Chapeuzinho Vermelho e cutucar a Branca de Neve. Se desse ibope partiria para outros contos. Salientou que os costumes mudaram e o politicamente correto deveria prevalecer. Assim Dona baratinha escreveu:

Chapeuzinho Vermelho

Era uma vez…uma menina que se vestia de vermelho. Era militante do PT e morava na floresta com sua vovozinha. Esta, a vovozinha, não tinha nada de boazinha. Ganhava bolsa família, grilava terras e enchia o saco dos caçadores. Chapeuzinho também não era flor que se cheirasse. Fazia parte do movimento Femina e saia por aí pelada, com um capuz vermelho na cabeça. Era uma alma livre. Fazia sexo com todos e com tudo. Mas gostava mesmo era de um lobão, político tarado e assanhado.
Falaram que o lobão comeu a vovozinha, mas era mentira. Quem comeu foi o caçador. O lobão acabou levando um tiro nas nádegas e fugiu. Chapeuzinho salvou a vovó, fez uma festa, convidou todos os caçadores e fundou uma ONG. Dizem que acabou ganhando uma bolsa anistia pois o tal lobão a havia torturado. Hoje, mais velhinha, ainda sai nas passeatas do Femina mas seus peitos murchos não fazem tanto furor como antigamente.


Branca de Neve e os Sete Anões

Por si só este já seria um conto erótico. Onde já se viu uma moça prendada ficar morando em uma casa com sete anões. Os danados não tinham mulher, viviam cavucando coisas em uma mina abandonada da Vale. Já tinham causado diversos deslizamentos matando todos e tudo. Como anões são minoria eram protegidos por partidos de esquerda. Se fossem de direita já estariam presos.
Branca de Neve, que era de direita, ficou em apuros. Vinha de família nobre, tinha fugido de casa por causa de uma bruxa parecida com uma tal de Dilma, mulher feia pra chuchu. A tal soltou ventos que havia estocado e lançou uma maçã envenenada na direção da moça. Desmaiada foi descoberta por um príncipe encantado cubano. Isto depois de algumas surubas deliciosas na casa dos anões. O príncipe cubano, que era dos mais médicos, não ligava para estas coisas, queria mesmo era beijar aquela linda garota. Quando lhe deu o beijo virou um sapo, foi preso e hoje mora em Curitiba.


Se gostaram do revisionismo leiam as próximas histórias. João e o Pé de Feijão e Rapunzel. Se não…bem, nada posso fazer.
Até então…

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