domingo, 24 de setembro de 2017

040
(cosiderações sobre uma estrada ridícula)


Coisa de doidos…

Privatizaram, em estilo PT, uma estrada federal que liga a atual federal capital à ex-capital federal. O estilo é coisa de gênios pelegos…Pedágio barato “para demagogia típica”, prováveis pixulecos de praxe = estrada de engenharia silvícola. Economês “socialista” = retorno no investimento negativo.

Já estão devolvendo a dita, é claro…

Fim do mundo…e olha que a concessionária pediu para administrar o anel rodoviário, em BH.

Seria porque queria tirar a responsabilidade criminal dos diretores do tal DNIT?
O dito anel é fábrica de defuntos.

A estrada, não duplicada, é um vexame. Mal sinalizada, desnivelada, cheia de quebra-molas, curvas descompensadas, um verdadeiro exemplo de como não fazer uma rodovia. E tem que pagar pedágio.

Em qualquer lugar do mundo o pedágio vem depois das obras feitas. Aqui paga-se primeiro…pasmem, para não ter as obras feitas ou mal feitas.

Os limites de velocidade são variados e variáveis. Em um km troca-se de limites cinco a seis vezes. Pergunta-se…deve-se prestar a atenção na via, nos veículos que nela estão, mão e contra-mão, ou nas placas que mudam de 110 a 40 em 200 metros? Que tal 70 e 90 virando 60 e 40 intermitentemente ao longo de curtos espaços?

Haja freios…

O motorista enlouquece. Ver sinais, radares, pardais, quebra-molas instantâneos ou ver o tráfego, a curva, o buraco, o veículo na contra-mão?

Devem achar que somos todos palhaços ou que a nossas vidas nada valem. Vale somente os vales que retiram de nosso bolso para sustentar demagogia barata, burrice crônica, corrupção sistêmica, incompetência plena.

Bando de imbecis. Políticos cretinos. Voltem ao inferno de onde vieram. Levem consigo seus pútridos ditames, seus vícios nojentos, suas faces safadas.

Vade Retrum

Aproveitem e levem também suas vermelhas bandeiras.





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