domingo, 4 de outubro de 2020

 


 DEIR EL BAHARI 

THE TEMPLE OF HATSHEPSUT

LUXOR EGYPT






Hatshepsut a pharaoh queen ruled Egypt about 3.500 years ago


This temple designed by the architect Senenmut is dedicated to the gods Amon, Anubis and Hator


It is said that it was an inspiration of the classic architecture later adopted by the greeks when designed the Parthenon

 




sexta-feira, 2 de outubro de 2020


 THE PLAIN DEALER

CLEVELAND  OHIO

 






Award winning design

Designed, Engineered and Built by

The Austin Company

Designer and Project Manager: Celso Gilberti






quinta-feira, 1 de outubro de 2020

 



    APPLIED

      INDUSTRIAL TECHNOLOGIES

 

       CORPORATE HEADQUARTERS



    Award Winning Design                                       


   GSI Architects

   Design Team:   Celso Gilberti   Principal

                              Denver Broker

                              Rafael Gilberti

                              Jack Walsh


















quarta-feira, 30 de setembro de 2020


 





THE ILLINOIS



Visionary skyscraper designed by Frank Lloyd Wright in 1957.

528 stories and 1610 meters high. At the time it was proposed technology was not

available although Wright presented a quite viable concept.


  BURJ KHALIFA



Adrian Smith (SOM) designed this beautiful building using a composite structural system in concrete, steel and aluminum.

With 828 meters and 163 stories and a cost of US$ 1.5 billion is currently the world tallest.








                       JEDDAH TOWER


Adrian Smith and Gordon Gill’s design

Under construction

Its height to the top ft the antenna is planned at 1000 meters +

 


Comparative renderings of Wright's Illinois and SOM's tower

terça-feira, 29 de setembro de 2020

 

SEVERANCE HALL


Built in 1931

Renovated in 2000

Original Architect: Walker & Weeks

Renovation Architect: David Schwartz

Architect of record: GSI Architects

                                    Celso Gilberti – Principal

                                    Steve Zannonni – Project Manager

 

Neo classic building in its exterior

Art Deco in its interiors – Greek, Egyptian and Roman themes





segunda-feira, 28 de setembro de 2020

 

FALLINGWATER


By Frank Lloyd Wright

Built between 1936 and 1939

Master piece of modern architecture











domingo, 27 de setembro de 2020

 

    OHIO TURNPIKE TRAVEL CENTERS


AWARD WINNING DESIGN

(See article by Phil Patton – Design Notebook – July 27 2000 – The New York Times)

GSI Architects

Celso Gilberti  principal 

Design team

Celso Gilberti

Denver Broker

Reuben Grossberg

Rafael Gilberti





sexta-feira, 25 de setembro de 2020

 

MILLENIUM PARK




CHICAGO ILLINOIS

 

Obra do prefeito de Chicago Richard Daley

Escultura “O Feijão” de Anish Kapoor

Pavilhão Jay Pritzker do arquiteto Frank Gehry

Crown Fountain e o Jardim Lurie

Inaugurado em 16 de Julho de 2004

Curiosidade : dentro do plano original de Daniel Burnham em 1909

Simplesmente ESPETACULAR



quarta-feira, 9 de setembro de 2020

 

Somewhere in the terrace

 

A BELA E O DIVÃ

 

 

Comprou um divã…

Tinha acabado de formar-se.

Consultório novo, pintado, arrumado.

O divã era lindo…

Curvas sensuais, couro macio, botões dourados.

Sentou-se, olhou, admirado,

Sentiu-se encantado.

 

Loira ela era.

Bela, esguia, cabelos longos.

Entrou como a brisa da primavera,

Esvoaçante, como seu vestido transparente,

Curto, seda e renda, cor da pele alva que tinha.

No divã assentou-se…

No divã aninhou-se…

 

Falou, contou, disse tudo com voz macia.

Que lindos lábios!

Rubros, brilhantes, sedutores.

Olhos de mel,

Exalavam a doçura que vinha de dentro de seu corpo.

 

O ventilador rodava em volutas lentas,

Levemente seu vestido elevou-se…

E pernas tão lindas se deixaram ver,

Até onde tudo acaba ou começa.

 

 

Não sabia o que fazer.

Lhe ensinaram a ouvir somente.

Mas queria balbuciar algo,

Provocar tudo,

Incendiar seu diploma,

Mergulhar no triângulo,

Cuidadosamente aparado, penteado.

 

 

 

Não tinha nada por baixo.

Mas lá havia tudo…

A perdição, amor, paixão, veneno.

Não sabia se fitava …

Lábios, olhos, vértice ?

Teve vertigem…

Empertigou-se.

 

 

Ouviu dela histórias de amor.

Ouviu dela que era tântrica.

Sentia prazer em tudo,

À toda hora…

Em qualquer lugar!

Estremeceu…

 

 

Seu bloco de notas não tinha nada escrito.

Somente linhas tortas.

Linhas retas.

Linhas soltas,

Soltas como seus pensamentos,

Em um turbilhão de emoções.

A saia subiu mais ainda…

Sua pressão, nem se sabe…

Sabia que tinha de fazer algo.

Mas perdido estava.

Estático…

Trêmulo…

Em êxtase…

 

 

Num movimento gracioso,

Suas longas pernas a levaram.

Levaram-na dalí.

Partiu…

O silêncio ruidoso,

De mil sinos à tocarem,

O levaram à um mergulho frenético.

 

 

No divã se estatelou.

E nele desmaiou.

Pelo divã se apaixonou…

Por ela…não soube dizer…

 

Nem sabia o seu nome…

 

 

 

domingo, 30 de agosto de 2020

 

A VOLTA DE ABELIÉZER

(o agente do mossad)


 

Havia Casado. Sumiu por uns tempos.

Nos braços da amada preparava mais uma incursão em terras do alcorão para salvar o mundo.

Bibi, seu amigo, estava preocupado com a descoberta de mais habibes tresloucados do Oriente Médio. Ouviu dizer que se escondiam no Líbano onde dormiam com bombas abraçados.

Abeliézer já havia salvado inúmeras vidas com seu tratamento à base de abelhas. Não havia dúvida que o troço funcionava. De própolis em própolis o Covid sucumbia. Seus amigos, satisfeitos, espalhavam seus sucessos pelos quatro ventos.

Na sua farmácia preparava poções mágicas ora cozinhando, ora fritando abelhas. Ele mesmo já começava a tomar forma de uma abelha gigante. Já tinha antenas e duas pernas extras nascendo às escondidas atrás de seu casaco de agente secreto.

Mas o Mossad não poderia ficar sem seu melhor agente e Bibi queria que Abeliézer fosse ao Líbano para descobrir o que faziam os terroristas.

Como já tinha sido um herói na Embraer nosso destemido agente se apossou de um Super Tucano e se mandou para as arábias.

Sua eficiência era ímpar. Logo que chegou identificou, em um bar, comendo shawarma e bebendo café o temível sheik Abdul El Fetid. Sabia que por perto ele se esconderia, certamente.

Seguiu-o pelo cheiro, El Fetid era conhecido por não tomar banho.

No cais do porto, em um grande armazém, alojavam-se seguidores do Hamas liderados pelo morfético sheik. No fundo uma enorme pilha de scuds misturada com toneladas de fertilizantes. Pretendiam lançar e explodir assentamentos no Sinai.

Como estes habibes primam pela burrice, dentro e ao lado da pilha achavam-se lamparinas de querozene.

No calar da noite, envolto pela escuridão, Abeliézer pepara um rastilho de pólvora até os lampiões. Tudo preparado para explodir ao amanhecer.

Dito e feito.

A coisa explodiu.

Não sabia que seria tão devastador. Voou habibe para tudo quanto é lado e, com eles, o porto inteiro. Não sobrou nenhum scud.

Pena que fez um estrago danado em uma cidade tão simpática quanto Beirute.

Mas, de missão cumprida, volta Abeliézer em seu Tucano para nossa terra, continuando sua luta anticovidiana.

Bibi, ficou feliz.

Mais uma comenda lhe foi dada.

Nosso herói voltou aos braços da amada.

Tomou mais própolis e foi dormir, preparando-se para novas aventuras.

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

 

O TORQUEMADA TUPINIQUIM

 

Gastamos 600 anos para produzir um notável.

Tinha que ser um notável infame, mas afinal, aqui no país das maravilhas, de homens que são mulheres, de mulheres que são homens, por quê não?

Um título supremo, um dos onze bestas quadradas que se intitulam juízes sem jamais terem sido.

Na cleptocracia em que vivemos tínhamos de produzir anomalias que ficarão na história. Também, tendo isto se iniciado na mentira do descobrimento, descobrimos que não é necessário ser o que dizemos ser, basta sentarmos em uma cadeira, com toga igual às asas de um abutre qualquer e passarmos à vomitar impropérios jurídicos sem base alguma. Somente um palavreado rebuscado, confuso, permeado de adjetivos inaplicáveis e…voilà…temos jurisprudência tupiniquim.

Lindo. Verdadeiras obras de arte. Infames, deletérias e, via de regra, covardes.

Pois 600 anos depois de Tomás de Torquemada temos novo inquisidor.

Uma criatura que julga um processo que ele mesmo criou. Um processo supremo de censura. Uma aberração jurídica digna das maldades que seu predecessor do século XV o qual as distribuía justificadas pela insana inquisição que ele mesmo interpretava julgava e condenava.

Alice na sua doçura infantil lidou com o chapeleiro maluco e escapou da rainha cortadora de cabeças. No pais das maravilhas não escaparia ao nosso Torquemada. Aliás nada escapa aos monstros togados. Julgam, sem terem sido juízes, criam leis, interpretações constitucionais que afrontam a constituição, mandam prender sem processo, acusação ou base meritória. Têm medo somente de uma coisa:

A palavra.

Sim, pois esta que sai de nossas bocas censuráveis segundo o supremo ser, são crimes e não liberdade de expressão.

Votam por uma sociedade muda.

Como a Rainha de Copas…votam por cortarem-lhes as cabeças!

Como Torquemada, que sejam queimados vivos.

E assim a terra onde Cabral aportou, em capitanias dividida, continua à distribuir benesses para os cleptocratas hereditários da nação, à custa do povo bobo que ainda não se revoltou por falta de culhões.

E viva as Anitas, os Pablos e os globolóides da mídia de papagaios falantes de besteiras encomendadas… e, abaixo aqueles que falam verdades, pois deles não será o reino do Brasil.

 

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

                                                              Um pouco de barroco