terça-feira, 24 de março de 2020


O CHINÊS É PHODDAHH?


Bobos jornalistas brasileiros se alinham à um regime facista/comunista.
Sim, isto é o que a China é.
País dominado por burocratas imbecís, alinhado a uma forma de governar para poucos e escravizar muitos, inventou o tal de Corona Vírus. Mudaram seu nome para Covid 19 após insultar umas das melhores cervejas do mundo. Os crápulas chineses criaram o tal vírus sabe-se lá para quê. Seria arma biológica? Seria um experimento que saiu errado? O certo e que o dito cujo vírus já pululava, pelo que se sabe, lá em Wu Han desde novembro do ano passado.
O descobridor/inventor morreu (ou foi morrido). Com ele morreram as cápsulas contendo o bichinho original (não confundir com a Original, cerveja da mais alta estirpe). Disseram que andava por um mercado onde se come cobra, cachorro, lagarto e até…morcegos. Seria um amor cego por estas criaturas? Falho em ver algo que excitasse minhas papilas degustantes.
Mas eles são “phoddahhhs”! Isso mesmo, fodas (em nova ortografia interpretativa).
Pois é, logo que o morticínio começou colocaram um vídeo com imagens da “famosa” eficiência chinesa. Fizeram um hospital em 10 dias! Pasmem…10 dias! Em concreto pré-moldado e outras avenças moduladas.
Seriam eles tão bons quanto o vídeo mostrou?
Quando fiz o centro de impressão e distribuição do Plain Dealer em Cleveland gastei 4 anos entre o projeto e o comissionamento da obra de 200 milhões de dólares. Usei pré-moldados.
Quando fiz alguns dos hospitais mais modernos do mundo em Ohio (Westlake Medical e Bellevue, entre outros), gastei meses em planejamento e construção.
Os nossos criminosos amigos sinos gastaram só dez dias…
Ora, para se pré-moldar concreto precisa-se, após projeto, formas, armação e inserção de acoplamentos diversos 28 dias para cura dos mesmos. Se utilizarmos acelerantes, plastificantes e outras misturas mais cabeludas existentes nos dias hoje, poderíamos acelerar a cura mas não ao ponto de ser desformado, transportado, erigido, instalado e acoplado em dez dias.
Não dá.
Não tem chinês que vai provar o contrário.
Ahh…e as complexas instalações hidráulicas e de gases? A fundação e terraplanagem do local?  Os acabamentos hospitalares específicos e à prova de contaminação? Instalação de ar condicionado, hepa filtros, sistemas elétricos e de emergência? Entre projetos, desenhos de fabricação, compra, transporte, montagem e comissionamento …só dez dias?
Se fosse possível, só o seria se tudo já estivesse pronto, encomendado e dedicado ao local somente os serviços de suas instalações sequenciais.
Então…eles já sabiam com antecedência e se prepararam para tal.
Mentiram…falácia comunista!
Os chineses mentem como os russos mentiram em Chernobyl.
São safados, dissimulados, mau-caratistas comunistas, escravagistas megalomaníacos. Querem dominar o mundo…
Fazer vídeo em “time lapse” é fácil. Só comprimir o tempo.
Pode enganar trouxas. Pode enganar a mídia brasileira sedenta de razões para encher o saco do Presidente. Mas não engana quem pensa.
Vocês chineses nunca foram confiáveis em 5 mil anos de sua história. Sempre mataram e mataram aos montes. A vida para vocês só vale se for aquela de alguém da cúpula mandante.
A hora da verdade chegará, como Chernobyl chegou, tarde mas chegou.
Lembro que o resultado russo foi a queda do regime.
Para vocês mentirosos, espero que morram nas mentiras que apregoam.

domingo, 8 de março de 2020


COVID


Quo Vadis?
Covid
Corona
Coroa?
Carona
Que voa
Quid Nomen?
Quid Pro Quo
Virus
Virou
Vira Que vou…


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Award winning project
Applied Industrial Technologies
Designed by
Gilberti Spittler International

domingo, 9 de fevereiro de 2020

FLEXA
hoje, nas montanhas das gerais

Galã dos ares.
Simpático, gentil, interessante e alegre.
A flecha certeira que havia conquistado corações. Nunca falhava…
Seu amigo de todas as horas em louros o homenageou com um catavento chamado de Air Love.
Flexível como ele, a linda engenhoca seguia os ventos que ele mesmo soprava.
Em seu jato conquistava os céus, com suas flechas, o amor.
Aqui nas montanhas um sucesso total.
Até as mais belas sucumbiam.
E ele, mordaz e contundente, deixava-as flexivelmente flechadas num abraço carinhoso.
Hoje disse que voltaria pois um dia havia partido e ao partir partiu corações.
Se vai fazê-lo não garanto, mas lá vou eu com meu amigo laureante catando ventos esperando pelo papo alegre regado por espíritos proibidos.
Quem sabe o Air Love votará a voar?
Pago para ver…



terça-feira, 4 de fevereiro de 2020


A NOITE


A noite chega, inexorável, escura, sombria.
Na sua tristeza intrínseca pinta o dia de negro. Nem a luz da lua é capaz de esconder seus mistérios.
O mundo mágico do negrume intenso, do salpicado argênteo das sombras misteriosas, indefinidas, perdidas em formas e vultos tenebrosos aguça o medo do desconhecido.
Se o dia traz a alegria a noite traz a incerteza. No despertar se vê a vida continuar. No entorpecer do sono, o sopro da morte.
A noite, quando chega, deixa o sol nela deitar brincando com as cores como se fosse sua última vez. Mas como este volta ao amanhecer, com matizes mais leves, e pinta com o ouro perene que desperta a vida, ofusca a escuridão que nela insiste em ficar.
Um dia certamente a noite será eterna, como negro é o espaço, como escura é sua matéria.
Na morte do dia, viverá a noite.

Na escuridão, se perderá a luz.
Sem a luz da vida sobrará a morte.
Irreversivelmente.
Imutavelmente…


domingo, 2 de fevereiro de 2020


O CARRO DA BAIANINHA

A moça era enfoguetada…
Tinha um carro, escuro como a noite, meio amassado, meio acabado. Mas funcionava.
No seu carango preto descia as montanhas, cumpria tarefas, comprava coisas e se divertia.
Mas carango velho tem seus faniquitos e a moça foguete não tinha paciência.
Deu um pifa…fumaça, barulho de ventoinha assanhada, biela batendo, tiro pela culatra.
E ela não gostou.
Juntou seu rico dinheirinho e um mecânico procurou.
O dito de lábia leve com doces palavras dizia:
“É a parafuseta da rebinboca que quebrou. Dou uma torcida aqui e outra ali, pego o cabeçote, tiro o pifarinho, cutuco o radiador e você terá um carro novinho em folha.
Ela, baianinha brava, de início desconfiou daquele moço de fala mansa, mas ele era bonitinho e isso conta com qualquer mulher… Deu-lhe 3 mil pratas como sinal de boa vontade.
Os dias se passavam e o carro não voltava.
A baianinha mais brava ficou e… baiana brava, sai debaixo…é só pena que voa.
Partiu de punho em riste pronta para acertar a sinagoga do Romeu. O carro parado, desmontado, falecido lhe pedia…bata com força, arranque o pêlo, corte a rebinboca dele.
E as penas voaram…
Tirou-o da oficina. Saia mais fumaça do que antes. Esquentava tanto que parecia uma locomotiva da Rede Mineira.
Em outro mecânico o deixou. O rapaz, outro simpático mas não tão lindo, lhe prometeu salvá-lo em questão de dois dias. Ela, desconfiando até de Cristo, aceitou relutantemente.
Mas ele cumpriu a promessa.
A enfoguetada baianinha não precisou de utilizar o seu soco de esquerda, nem o mata leão que usou no outro meliante mecânico.
O carro andou de novo.
Não era a parafuseta da rebinboca, nem o cabeçote com bielas empenadas. Era só um buraco no radiador.
Feliz foi buscá-lo.
Deu partida e pegou fogo. O cara deixou os fios da bateria em curto. Fritura total!
Ela enrubeceu-se.
Numa pernada de capoeira misturada com unhas ponteagudas partiu para cima do infeliz.
Ele, num passe de mágica fugiu…escafedeu-se.
Foi visto correndo semi-pelado, roupas rasgadas, apavorado, pela rodovia no sentido sul.  Ia mais rápido do que um Porche Carrera.
Acho que foi parar na Patagônia…
Não mais voltou.
Já o carro esta na garagem. Ninguém ousa sugerir nada, absolutamente …nada.
Será por quê??

sábado, 18 de janeiro de 2020


NOTA DE FALECIMENTO
RONEI LOMBARDI FILGUEIRAS
Jan 17 2020

Num triste dia de Janeiro do ano 2020 partiu uma alma shakespeariana para “the after life”.
E tudo ficou mais triste…
No teatro de seus sonhos, em performance única, jaz meu amigo Ronei. Seu último ato.
Choram aqueles que se deliciavam com seus contos multilíngues. Choram as plantas de seu jardim, seus queridos cachorrinhos, sua casa maravilhosa.
Foi em busca da amada. Nunca foi o mesmo depois que ela partiu.
“To be or not to be”…era a pergunta de um homem de muitas encarnações. Uma alma multidimensional, um espírito de luz.
“But he was real…the real thing”.
Ganham os céus, ganha Shakespeare. Ganham a música dos anjos, a poesia, a arte, a inteligência, a simpatia, o calor humano…
Perdemos todos nós que ficamos.
Irreparavelmente…
Sem sua luz nada será igual.
O Retiro em luto emudece.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020


NO VERDE SE PERDEU
Ou
Lauro “ O Vegetariano”

Trabalhava em uma entidade agro-pecuária. Era bom no assunto.
Queria sempre ficar ainda melhor, por isso, criava, passeava, visitava. Queria ver tudo, opinar, melhorar e transformar.
Em suas andanças viu muitas coisas. Viu também bichinhos em fila para morrer, serem triturados, esquartejados.
Machucou seu coração.
Gostava de beber. Bebia todas e de tudo. Dizia: “É para não ficar viciado em nenhuma”
Tinha um paladar apurado, afrancesado pela bela francesa com quem se casou.
Nos torresmos, pururucas, cachaças e uísques regados à cervejas, se deliciava. Na roça parava em todos os alambiques para beber, de cuia, a “marvada” caninha. Nos devaneios etílicos pensava em Bacco, no paraíso cercado de belas garotas, discursos ruidosos em verve barroca derretendo corações, iludindo incautos e floreando o mundo com doces e gentis palavras.
Pululava entre mesas do bar favorito. Oferecia espíritos de safras especiais entre mordazes elocubrações e metáforas sutis.
Mas sua visão não mais era a mesma. Corrompida pelas cenas terríveis das mortes de criaturinhas inocentes do reino animal revoltou-se…
E revoltou-se com a força dos titãs gregos. Invocou os trabalhos de Hércules e decidiu viver a vida no verde das plantas sem o sangue que tingia os pratos, sem a carne que anuviava seus sentimentos.
Virou vegetariano…
E, em alfafas se perdeu.
Achou que se verde ficava ainda podia beber. Mas, sem o colesterol dos deliciosos torresmos e afins seu metabolismo não mais processava as dádivas etílicas.
Ficou mais tonto do que dantes e, na tontura, sua verve se perdeu em balbucios loucos, desconexos.
Tentou voltar, ainda tenta. Mas verde já estava e verde ficou.
Queria amadurecer de novo. Beber, comer, sonhar com vacas inteiras num espeto, porquinhos pururucados, aves assadas, peixes fritos. Mas maduro não mais ficou. Também, quem quer ser venezuelano?
Recolheu-se à insignificância da mais simples relva. Nas salsas temperou-se, nos ruibarbos apimentou-se, nos jilós amargou-se. E, realmente verde transformou-se.
Agora, perdido, implora pelo álcool amigo, mas este, cruel, não o deixa mais feliz.
Resiste, mas não resistirá mais…
Seus amigos reunidos planejam jantares onde o churrasco sangrento prevalece.
O Tinhoso, avisado sugere torresmos e picanhas.
Volte amigo Lauro, o mundo com você verde não é mais o mesmo.

domingo, 12 de janeiro de 2020


HORIZONTINAS E SERPENTINAS

Disse:
“30 dias são precisos para o diagnóstico.”
“O laudo só sai em 30 dias”.
E assim, como moscas, vão caindo na horizontal as vítimas da serpentina envenenante.
Foi um empregado revoltado…
Foi um buraco na serpentina…
Don’t turn your back…the backer will break your kidneys…just drink a backer, horizontally. (new slogan…)
Horizontalmente a Horizontina vai pondo na horizontal todos os amantes bebedores de cerveja artesanal.
Dietilenoglicol, usado como refrigerante, na serpentina não ficou. Passou para a Horizontina e, em doses homeopáticas (golos, talvez), nefroneuralmente fulminou.
Mas 30 dias são necessários para o tal laudo. Se fosse uma peste, trinta seriam também os dias. Assim, assegura-se a propagação da dita ou do veneno como no caso horizontante.
Meanwhile, o Irã derruba avião sem querer e todo o mundo da esquerda acredita.
O NY Times tem a coragem de escrever que era causado por aventurismo do Trump.
A França vira muçulmana. A Europa vai pro brejo e a esquerda idiota mais idiota fica.
Dou a mim mesmo 30 dias para meu laudo final. Afinal, não tomo Horizontina.
Sou Stellar.

terça-feira, 7 de janeiro de 2020


A VOLTA DO EXÚ


No Pindorama tudo é possível.

Sai a Rainha de Copas (?) e entra o Chapeleiro Maluco.

Os quarenta ladrões estão presos ou sendo presos. Ali Babá está solto. Ele não é burro, mas seu corpo pensante foi desarticulado. O tal que já foi ministro faz parte do beleléu. Botaram o Zé na cadeia, mas este, já saiu. Olha o perigo!

Mas ele é tinhoso. Sua fala boquirrota indica o desejo de voltar. Sonha com o Nobel da Paz, sonha em pilhas de dinheiro, como o tio Patinhas, nadando de braçada. Diz que ama os “nóis”, mas ama mesmo é à ele só.

Como um exú, fez pacto com o Cão. Por isso não morre. Ainda não fez mal suficiente.

Se  voltar, vai conseguir um Brasil igual. Todos pobres, iguais. Acabará com os “eles” e todos serão “nóis”, menos a PeTezada. Terão votado a si o tesouro nacional. Ah... democracia!!!  Já diziam os gregos...