AS CORES DO CORAÇÃO
As cores da pátria, em estandartes, nas vestimentas, nos adereços são
carregadas com orgulho por todos os cantos do globo.
Os americanos se deleitam com o tricolor de sua bandeira, os franceses
com le bleu no coração e nos olhos,
os ingleses com sua geometria simétrica, nossos hermanos no azul e branco.
Em terra brasiliensis, o verde
e amarelo só é lembrado no esporte. Como é mais fácil ver um brasileiro com a
camisa de seu time de futebol! Em qualquer lugar do mundo. Às vezes nos lembramos delas em passeatas,
mas, por favor, sem aquelas dos movimentos sociais.
Em Minas, onde o vermelho marca nossa bandeira em seu triângulo
glorioso, não se veneram as cores e sua simbologia como devíamos. Estamos
esquecidos de nossa inconfidência.
E, para não sermos menos inconfidentes sugiro que comecemos por reformar
a aparência de nossas instituições estaduais.
Que tal iniciarmos uma total reformulação de nossa polícia? Um novo
uniforme, as cores do estado em destaque nas suas viaturas, algo novo e
elegante. Menos aparência de milícia
bolivariana e mais sintonia com o moderno, com as nossas tradições e história.
Quero ver nosso vermelho cintilando ideias libertárias. Ainda que
tardias.
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