Era
um amor de criatura.
Doce,
carinhosa, macia…
Era
presente, interessante, inteligente.
Mas
eram duas, ou talvez três…
Sei
lá!
Muito…
às
vezes é
demais.
Preferia
uma só.
A
mais doce.
No
seu único
era única.
Nos
seus outros era a tristeza,
Amores
sofridos, vidas desfeitas…
O
choro mudo, lágrimas profusas.
Não
acreditava, desconfiava…
Amava,
mas não
sabia.
Talvez
não
soubesse amar,
E
achava que sabia…
Rasgou
a alegria,
Despedaçou o
carinho,
Esfacelou
a ternura.
Assim…
nada perdura…
Perdeu-se
sem amor…
Perdeu
o seu amor.


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