quinta-feira, 5 de outubro de 2017

SEVEN CAPITAL SINS
By   Celso Gilberti
Chapter 4

IRA  (Wrath)
IRA

I’m gonna have fun! This is a sin that applies specifically to a person that has a behavioral problem. The chosen one has committed many sins, many times, but the one she likes better is the wrath. Her humor is inexistent, her demeanor despicable, her face noxious, her politeness never present, in sum, she is a beast that for unexplainable reasons became President of the infamous banana republic called Pindorama.

IRA : cólera, raiva, indignação. Desejo de vingança. Em grande escala é causadora de conflitos especialmente quando aliada à Soberba e à Avareza.

Um dia, na terra de Alice no país dos espelhos, tudo ficou de ponta cabeça. Um “Grande Babalorixá” tido como salvador de mortadelas teve uma grande idéia: promoveria um poste disléxico, uma terrorista confessa e ladra de bancos, uma suposta economista que havia forjado um diploma de doutora e uma criatura incapaz de se comunicar, como sua substituta no cargo de líder da Banânia.

Assim surgiu a Dama de Copas deste país grande e bobo. Como no mesmo personagem de Alice, já vinha com sua dose maciça de IRA embutida no pacote. E dela se utilizou por quase dois mandatos.
Em seus incoerentes discursos saudou a mandioca, estocou vento, disse que a lua é mais importante do que o sol, somou 7 + 4 e deu 13. Neste momento já se sabia que não entendia de simples aritmética e ainda assim se dizia economista.

Destroçou as finanças do Pindorama. Desastre total. Disse, com a fúria dos titãs gregos que havia sido vítima de um golpe. Talvez resultado de vários. Um golpe na economia, um golpe na língua pátria, um golpe na delicadeza, no humor, no trato cívil.

Vocífera por natureza, assassina do nosso vernáculo, incompetente e infuleimada, esta dama se enquadra perfeitamente na definição deste pecado.

Outorgamos à ela o mesmo, embora tenha também cometido outros como a soberba, avareza e a luxúria. Sim, pois citada ela é como usufrutuária de uma conta conjunta com seu grande mentor no valor de uns meros 300 milhões de bagarotes.

Devido ao grau de ignorância da Dama de Copas fica ela entregue a um outro tipo de inferno. Não o de Dante Alighieri mas aquele dos Maias, dos seus deuses mesoamericanos.

De acordo com o Popol Vuh, escrito por volta de 1554, o mundo foi criado após 4 tentativas.

No processo descobriram o caminho para o inframundo habitado por Xibalbá e seus senhores do mal. Esta colérica criatura deverá então encontrar-se com Vucub-Camé e Hun-Camé e com eles percorrer eternamente as câmaras de tortura, os morcegos, o frio e os jaguares. Talvez assim, sua ira seja aplacada.

Tenho a impressão que ela gostaria de Cuba. Não sei se o Barão de Samedi, personagem infernal do Vudú, ainda anda ativo naquela ilha, portanto deixemos a furiosa criatura com os infernos Maias.

So much for this sad story.

Passaremos, então ao pecado da INVEJA. No próximo capítulo saberão sobre aquele que nos bastidores invejava o poder. Hoje sente na pele o preço da traição. Mas lembrem-se e não se apiedem, são farinha do mesmo saco. Até então


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