CASTANHO E A IDEOLOGIA DE GÊNERO
(As aventuras de Castanho, o agente do Mossad)
Castanho era uma espécie em extinção. Aquele de um gênero só,
que quando olha para baixo vê uma torneirinha e sabe para que serve. Não se
dava muito bem com os desmunhecados do planeta. Não os discriminava mas não
queria nada com eles.
Gostava mesmo era de mulher, magrelas, segundo ele.
Em Brasília um gringo estrambótico chamado Verdevaldo, do gênero
Snowden, indefinido e babaquara se arvorava em jornalista investigativo. Um
palhaço do norte a se assanhar ao sul do equador. Gostava de outras criaturas mal
resolvidas como ele, sujeito azedo, de sotaque horrível, de amigos pederastas.
Juntou-se à um bando de Araraquara e criou os ararahackers hackeando tudo que não
podiam hackear. O objetivo máximo era soltar o maior ladrão do universo, o tal
de Lula, o apedeuta. Estava claro que o sujeito tinha mau gosto.
Bibi (nosso herói primeiro ministro) sabia que Castanho era
impiedoso com criaturas que fogem aos padrões normais de genética. Como era
amigo do El Presidente, pediu ao Castanho que desse cabo da ameaça frígida do
norte. Sugeriu soltar as abelhas cibernéticas no bicho. E Castanho não se fez
de rogado.
As abelhinhas eram uma gracinha. Bonitinhas, pequeninas e
com uma câmara de resolução ímpar mostravam tudo o que acontecia em tempo real.
Castanho já sabia como se livrar do Verdevaldo.
Em umas das gravações viu que os ararahackers manipulavam
os dados hackeados. Não achando nada que incriminasse e soltasse o morfético líder,
simulavam vozes, alteravam textos, inventavam fatos inexistentes. É claro que
tudo isto era feito regado à pilhas de euros, dólares, rublos e reais, As
moedas da Venezuela foram logo descartadas. Ocupavam muito espaço, não valiam
nada e, se passasse 15 minutos, valiam ainda menos. No farfalhar das notas e
mensagens manipuladas encontraram uma comunista, bonitinha, magrinha, do jeito
que o Castanho gostava, peladinha debaixo da pilha, mandando beijinhos aos seus
descerebrados correligionários.
Castanho apaixonou-se. Tinha de eliminar a competição e
ficar com aquela coisinha só para ele.
Combinou com a CIA e raptou Verdevaldo e seus asseclas
ararahackers e os soltou de paraquedas no meio de Caracas,
De início os araras e Verdevaldo foram presos e estuprados
mas, como gostavam de ser enrabados pediram por mais. Os torturadores de El
Maduro já se davam por vencidos. Haja pau!
Os caras eram insaciáveis.
Quando o grande rei da Bolivária descobriu que Verdevaldo
estava ali imediatamente o contratou para seu porta voz e pediu aos araras para
hackearem o Trump. Tudo ia às mil maravilhas só que porta voz de idiota deve
ser mais idiota do que o idiota, ele mesmo. E, na idiotice que se fez, mais
irrelevante se tornou.
Suicidou-se com uma vara no rabo.
A comuninha não gostou de Castanho. Comunas não gostam de
judeus.
Castanho ficou estupefato.
Mas como todo homem do Mossad completa suas missões ele
assim o fez, com brilhantismo.
Pôs a culpa na narizinho empinado. Pediu que a disléxica
fizesse um discurso no Parlamento, não esquecendo o vento estocado e contou
para o molusco que os seus filhos não eram dele e sim do entregador de gás.
Zoneou tudo e a imprensa pirou!
Os ararahackers se confundiram e hackearam o telefone do
Maduro. Nos diálogos o dito confessava que era uma Drag Queen nas horas vagas.
O corpo de Verdevaldo empalado e suicidado sumiu em Cuba.
Castanho ganhou outra medalha e mais dois escudinhos do serviço
secreto.
A revista Veja foi vendida para o Granma. Faliu
subsequentemente.
O tal Intercept foi interceptado, não serve nem para papel
higiênico nem mudando o nome para Crapper.
E a vida continuou…


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