sexta-feira, 16 de agosto de 2019


CASTANHO E A IDEOLOGIA DE GÊNERO

(As aventuras de Castanho, o agente do Mossad)

Castanho era uma espécie em extinção. Aquele de um gênero só, que quando olha para baixo vê uma torneirinha e sabe para que serve. Não se dava muito bem com os desmunhecados do planeta. Não os discriminava mas não queria nada com eles. 

Gostava mesmo era de mulher, magrelas, segundo ele.

Em Brasília um gringo estrambótico chamado Verdevaldo, do gênero Snowden, indefinido e babaquara se arvorava em jornalista investigativo. Um palhaço do norte a se assanhar ao sul do equador. Gostava de outras criaturas mal resolvidas como ele, sujeito azedo, de sotaque horrível, de amigos pederastas. Juntou-se à um bando de Araraquara e criou os ararahackers hackeando tudo que não podiam hackear. O objetivo máximo era soltar o maior ladrão do universo, o tal de Lula, o apedeuta. Estava claro que o sujeito tinha mau gosto.
Bibi (nosso herói primeiro ministro) sabia que Castanho era impiedoso com criaturas que fogem aos padrões normais de genética. Como era amigo do El Presidente, pediu ao Castanho que desse cabo da ameaça frígida do norte. Sugeriu soltar as abelhas cibernéticas no bicho. E Castanho não se fez de rogado.

As abelhinhas eram uma gracinha. Bonitinhas, pequeninas e com uma câmara de resolução ímpar mostravam tudo o que acontecia em tempo real. Castanho já sabia como se livrar do Verdevaldo.

Em umas das gravações viu que os ararahackers manipulavam os dados hackeados. Não achando nada que incriminasse e soltasse o morfético líder, simulavam vozes, alteravam textos, inventavam fatos inexistentes. É claro que tudo isto era feito regado à pilhas de euros, dólares, rublos e reais, As moedas da Venezuela foram logo descartadas. Ocupavam muito espaço, não valiam nada e, se passasse 15 minutos, valiam ainda menos. No farfalhar das notas e mensagens manipuladas encontraram uma comunista, bonitinha, magrinha, do jeito que o Castanho gostava, peladinha debaixo da pilha, mandando beijinhos aos seus descerebrados correligionários.

Castanho apaixonou-se. Tinha de eliminar a competição e ficar com aquela coisinha só para ele.

Combinou com a CIA e raptou Verdevaldo e seus asseclas ararahackers e os soltou de paraquedas no meio de Caracas,

De início os araras e Verdevaldo foram presos e estuprados mas, como gostavam de ser enrabados pediram por mais. Os torturadores de El Maduro já se davam por vencidos. Haja pau! 

Os caras eram insaciáveis.

Quando o grande rei da Bolivária descobriu que Verdevaldo estava ali imediatamente o contratou para seu porta voz e pediu aos araras para hackearem o Trump. Tudo ia às mil maravilhas só que porta voz de idiota deve ser mais idiota do que o idiota, ele mesmo. E, na idiotice que se fez, mais irrelevante se tornou.

Suicidou-se com uma vara no rabo.

A comuninha não gostou de Castanho. Comunas não gostam de judeus.

Castanho ficou estupefato.

Mas como todo homem do Mossad completa suas missões ele assim o fez, com brilhantismo.

Pôs a culpa na narizinho empinado. Pediu que a disléxica fizesse um discurso no Parlamento, não esquecendo o vento estocado e contou para o molusco que os seus filhos não eram dele e sim do entregador de gás. Zoneou tudo e a imprensa pirou!

Os ararahackers se confundiram e hackearam o telefone do Maduro. Nos diálogos o dito confessava que era uma Drag Queen nas horas vagas.

O corpo de Verdevaldo empalado e suicidado sumiu em Cuba.

Castanho ganhou outra medalha e mais dois escudinhos do serviço secreto.

A revista Veja foi vendida para o Granma. Faliu subsequentemente.

O tal Intercept foi interceptado, não serve nem para papel higiênico nem mudando o nome para Crapper.

E a vida continuou…

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