quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

DIA MALUCO

Dia de nada. Às vezes um nada, que é tudo.
Dia de tempo perdido, em mundo não achado.
Dia de capeta que não morre, mas da justiça corre…
Pois capeta discorre, besteiras mil,
Neste bobo Brasil, de um povo servil.
Capeta escorrega, quiabo que é.
Capeta não quer, mas capeta quer…
Que o inferno, que é dele,
Seja também seu, lhe corroa a pele.
Dia maluco, se não prende, solta…
Se solta não prende.
Se rouba, mas faz, pode o povo roubar…
País de maluco, dia de maluco, relógio cuco,
Marcando a hora…

Da cadeia chegar.

2 comentários:

  1. Ah
    Sua hora vai chegar, capeta repugnante e amoral
    Criatura do umbral, pactuada com a mais espúria corja que nosso infeliz país conseguiu produzir....

    ResponderExcluir