terça-feira, 10 de outubro de 2017

NIBIRU

O nono planeta

Nibiru
Planet "X"



“Doomsday!! The end is near…never fear! I’m not here!”

O mundo vive acabando e, no conceito de alguns, profetas do apocalipse, este fim vive se anunciando. Mas nunca chega…
São os quatro cavaleiros, S. João e seu livro das revelações, Maias e seu calendário, Atlântida, Sumérios e o tal nono planeta. Pelo menos temos variedade na escolha deste fim.

No dia 17 de setembro passado tudo estava pronto para Nibiru colidir com a Terra. Nova era, um renascer, novos espíritos de luz, condenação eterna aos pecadores, juízo final…

Veio 17, passou-se para o 23 e… não aconteceu nada, nadinha mesmo.
Agora, mudaram para o dia 15 de outubro, mas em doses homeopáticas. Fica assim criada, pelo numerólogo David Meade a data do início do fim da humanidade. Início, diz ele, pois será feito em sete anos de adversidades, terremotos, cataclismas, tsunamis, etc.. E o tal Nibiru é o culpado.
A turma de cientistas da Cal Tech, e nisto há credibilidade, aventou a hipótese de que o tal planeta “X” existe realmente. No sentido hipotético, dizem eles. A possibilidade é real. Teria, este planeta, um ciclo orbital ao redor do sol de cerca de 15.000 anos. O planeta “X”, Nibiru da mitologia Suméria, tem o equivalente a 10x  o tamanho da Terra, 5.000x a massa de Plutão.
Sua órbita, extremamente elíptica explica-se pela força gravitacional de Júpiter e justifica o comportamento dos asteróides do cinturão de Kuiper.
Mas, apesar destes cientistas terem produzido um trabalho acreditado, niguém ainda viu o danado do planeta. 

Os cientistas explicam que matematicamente e pelas leis da astrofísica as indicações de sua existência são reais. Pedem aos astrônomos do mundo que os ajudem a localizá-lo.

No século passado um escritor do Ajerbaijão, Zacaria Sitchin escreveu sobre a existência do dito planeta. Disse que este foi responsável pela destruição de Atlântida ao passar de raspão pelo nosso sistema solar.

Foi desacreditado, como quase tudo a que se refere ao misterioso planeta.

Mas uma coisa é certa: ele não vai embora.

Se não deu certo no mês passado talvez o faça neste mês.
Quanto aos Maias, já que seu calendário extinguiu-se, não podemos mais conjecturar. Chegou ao seu fim e não ao fim do mundo.

Abro minha janela ao anoitecer e olho o firmamento. Não vejo Nibiru nem os quatro cavaleiros do apocalypse.

Abro outra latinha de Budweiser e brindo à continuidade de nossa existência.

Os profetas do “doomsday” ainda sairão, com seus cartazes, anunciado o fim do mundo. “Repent, the end is near”…

Se demorar muito vou ficar de porre…

Nenhum comentário:

Postar um comentário