VI
(homenagem
a uma pequena yorkie que se foi)
10
de agosto de 2017
Quando
te ví…linda, delicada, tinhas um sorriso de um anjinho. Sorriso de um
cachorrinho…
Tu
eras um bichinho de alma linda, pura.
Alegravas a casa, a tudo e à todos.
Tivestes
teus filhotes, lindos como tu eras.
Amamentates
os gatinhos adotados como se fossem teus.
Um
pequeno e humilde ser. Feito com a beleza das coisas de Deus.
Hoje
partistes. Partistes porque sofrias e não merecias.
Mas
até no teu último instante nos deixastes ver a calma dos seres puros.
Seres
que aquí estão somente para nos fazerem melhores.
Fostes
mas deixastes uma imensidão de amor entre todos que tiveram a ventura de vê-la,
sentí-la, amá-la, acariciá-la.
Ficamos
órfãos, nós todos, gatos e cachorros incluídos.
Quando
te ví, não me esquecí.
Agora
que fostes, partistes, deixastes o olhar meigo, o latido doce, o mel de seus
pelinhos que brilhavam ao sol entre as cores da noite que tinhas.
Que
pena que contigo pouco conviví.
Mas
te ví…
Vi,
querida…
Adeus…
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