terça-feira, 11 de julho de 2017


NOTHING IS WHAT SEEMS
       (nada é o que parece)



O Hubble telescope fotografou uma supernova localizada a 9.3 bilhões de anos-luz da Terra, gerando quatro imagens idênticas. Estas imagens foram provocadas pela passagem da luz ao redor de uma enorme galáxia, a MACS J1149.6+2223, esta,  somente a 5 bilhões de anos-luz.

Este evento prova uma teoria de Einstein (a da cruz) e certamente brinca com as nossas mentes. Cientistas, de cérebros raros, já disseram que a imagem se repetirá daqui a vinte anos e já sabem onde.

As estrelas que cintilam aos nossos olhos ja não estão lá. O que enchergamos já foi. Não é o que vemos.

Aquí, na superfície deste planeta, a relatividade também se aplica.

Relatividade em física é real. Nas terras brasilienses ética é relativa, como também o é fazer malfeitos. Se não se enxerga o errado não se pode ver o certo, mesmo que seja visto por todos. Eventualmente um Hubble poderá olhar em nossa direção e ver a imagem do que foi feito. Como foi muito malfeito, é possível que se dê em quatros. Afinal, a massa gigantesca do que foi surripiado irá distorcer o espaço/tempo.


Que bom, vai parecer ainda maior do que é.

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