NOTHING IS WHAT SEEMS
(nada é o que parece)
O Hubble telescope fotografou uma supernova localizada a 9.3 bilhões de
anos-luz da Terra, gerando quatro imagens idênticas. Estas imagens foram
provocadas pela passagem da luz ao redor de uma enorme galáxia, a MACS
J1149.6+2223, esta, somente a 5 bilhões
de anos-luz.
Este evento prova uma teoria de Einstein (a da cruz) e certamente brinca
com as nossas mentes. Cientistas, de cérebros raros, já disseram que a imagem
se repetirá daqui a vinte anos e já sabem onde.
As estrelas que cintilam aos nossos olhos ja não estão lá. O que
enchergamos já foi. Não é o que vemos.
Aquí, na superfície deste planeta, a relatividade também se aplica.
Relatividade em física é real. Nas terras brasilienses ética é relativa,
como também o é fazer malfeitos. Se não se enxerga o errado não se pode ver o
certo, mesmo que seja visto por todos. Eventualmente um Hubble poderá olhar em
nossa direção e ver a imagem do que foi feito. Como foi muito malfeito, é possível
que se dê em quatros. Afinal, a massa gigantesca do que foi surripiado irá
distorcer o espaço/tempo.
Que bom, vai parecer ainda maior do que é.
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